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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Vereador Professor Everton Chinaqui

Vereador Professor Everton celebra Sessão Solene em homenagem ao Dia da Consciência NegraA Câmara Municipal de Pindamonhangaba realizou, na noite de 25 de novembro de 2025, às 19h, a Sessão Solene em homenagem ao Dia da Consciência Negra, proposta pelo Vereador Professor Everton (Republicanos). A cerimônia reconheceu cidadãos que se destacam na defesa da igualdade racial e na valorização da cultura negra no município.O orador oficial da noite foi o presidente do Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra, Benedito Sérgio Irineu, que ressaltou a importância da data como marco de reflexão, respeito e afirmação de direitos.O homenageado indicado pelo Vereador Professor Everton foi o narrador esportivo Gilsimar Aparecido Arruda da Silva – Gil Arruda, reconhecido por sua trajetória de 16 anos na comunicação esportiva, com passagens pela Rádio Princesa FM, TV Cultura, Fundação Padre Anchieta e transmissões nacionais e internacionais.Além de Gil Arruda, receberam Diplomas de Honra ao Mérito:1.Antonio Rogério Lemes Souza2.Elaine Aparecida Amaral3.José Benedito Silveira4.José Manuel Gomes Elimila5.Marcos Antônio Victorino Júnior6.Lilian Alves Figueiredo dos Santos7.Rosângela Ferreira e Ferreira8.Suzete PatríciaDurante a solenidade, o vereador destacou a relevância da data e o papel dos homenageados:“A Consciência Negra não é apenas uma data no calendário, mas um convite permanente para reconhecermos a luta, a história e a contribuição da população negra para o desenvolvimento da nossa cidade e do nosso país. Cada homenageado desta noite representa resistência, protagonismo e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa. É uma honra, como vereador e professor, celebrar essas trajetórias que inspiram Pindamonhangaba.”O evento reuniu autoridades, familiares, lideranças comunitárias e representantes de movimentos sociais. A Sessão Solene reforçou o compromisso do Legislativo com o combate ao racismo e com a valorização da cultura afro-brasileira, reafirmando a relevância da data como instrumento de memória, respeito e igualdade.


 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Latrocínio é registrado em residência no bairro Lago Azul, em Pindamonhangaba

 



A Polícia Militar atendeu, na noite desta terça-feira (25), uma ocorrência de latrocínio — roubo seguido de morte — em uma residência localizada no Acesso 06, no bairro Lago Azul/Goiabal, em Pindamonhangaba.

A equipe do 5º BPM/I foi acionada via COPOM para averiguação de um roubo à residência. Durante o deslocamento, os policiais foram informados de que uma equipe do SAMU já estava no local e havia constatado o óbito de um dos moradores. Segundo os socorristas, a vítima não apresentava ferimentos por arma de fogo ou arma branca. A causa da morte, ainda não esclarecida, possivelmente estaria relacionada a um problema cardíaco sofrido durante a ação criminosa.

No local, os policiais fizeram contato com a esposa da vítima , que apresentava ferimentos no rosto. Ela relatou que dois indivíduos invadiram a casa, anunciaram o assalto e a amarraram e vendaram, enquanto subtraíam pertences do casal. Ela informou que não viu o que ocorreu com seu companheiro, Alessandro Maurício da Silva, encontrado já caído ao solo e sem vida.

Os criminosos fugiram levando um veículo da família — um JAC Motors, placas OIB-1C35 — além de televisões, uma bolsa com documentos e cartões bancários, e aproximadamente R$ 200 em dinheiro.

A ocorrência foi apresentada no 1º Distrito Policial de Pindamonhangaba, onde a autoridade de plantão registrou boletim de latrocínio. O local foi preservado pela Polícia Militar até a conclusão dos trabalhos da Polícia Científica. A perícia esteve presente com equipe especializada e realizou levantamento dos vestígios.

As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil, que tenta identificar os autores do crime

CONFIRA OS RESULTADOS DO FINAL DE SEMANA E A CLASSIFICAÇÃO GERAL DAS EQUIPES CLASSIFICADAS

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL DAS EQUIPES CLASSIFICADAS


1° FERROVIÁRIA 

2° VILA SÃO JOSÉ 

3° CIDADE JARDIM 

4° ESTRELA 

5° COLORADO 

6° SANTA LUZIA 

7° UNIÃO NOVA ESPERANÇA  

8° JARDIM IPIRANGA 

9° LOKO É POKO 

10° TIPES

11° AZEREDO 

12° MARCA DA PROMESSA


CARDÁPIO DESTA QUARTA FEIRA ABENÇOADA

 Bom dia cardápio do dia



Bom dia cardápio do dia

Misturas

✅ Picadinho
✅ fricasse de frango 
✅ Linguiça com ovo frito 
✅ sardinha frita
✅ Bife de pernil com ovo frito 
✅ File frango 
✅ carne moída com batata 
✅ Frango ensopado com polenta 



 



Guarnições 

✅ Arroz 
✅ Arroz primavera 
✅ Feijão 
✅ Feijão preto 
✅ Polenta
✅ Macarrão 
✅ Farofa
✅ Batata frita 
✅ Bolinho de arroz
✅ Jiló 
✅ Vagem com cenoura
✅ Abóbora cabotia
 
 

 Saladas

✅ Alface
✅ Mista
✅ Repolho
✅ Pepino


 
Deus abençoe nosso dia

Vem ai a 42° ARTE DA GENTE " FEIRA DE ARTESANATO " ESPECIAL DE NATAL


 

Treinamento de Primeiros Socorros para Profissionais da Saúde é realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros



A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta semana um importante treinamento de capacitação em Primeiros Socorros para os profissionais da rede de saúde. A ação foi promovida em parceria com o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, reforçando o compromisso conjunto com a segurança, o preparo e o cuidado à população.

Durante o treinamento, os participantes tiveram a oportunidade de aprender e praticar técnicas essenciais de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e atendimento inicial em situações de emergência, contribuindo para uma atuação mais ágil e eficiente em casos de parada cardiorrespiratória.

Além disso, o encontro também abordou o novo protocolo de atendimento a casos de engasgo, recentemente divulgado, garantindo que as equipes estejam atualizadas com as orientações mais atuais e seguras para intervenção imediata.

A capacitação teve caráter prático e educativo, fortalecendo a habilidade técnica dos profissionais e promovendo ainda mais segurança no atendimento diário à população.

A Prefeitura de Potim agradece ao Corpo de Bombeiros pela parceria e reafirma seu compromisso em investir continuamente na formação e qualificação dos servidores, garantindo um cuidado mais humano, preparado e eficiente para todos.

Chegada do Papai Noel em Tremembé hoje


 

DA FLORESTA ÀS CIDADES: QUANDO O CLIMA VIRA CASO DE SEGURANÇA PÚBLICA



 

Ítalo do Couto Mantovani*

 

A crise ambiental deixou de ser tratada como um problema restrito a ecossistemas distantes e se tornou um fator central de instabilidade social, econômica e política, afetando diretamente a segurança pública no Brasil. A devastação ambiental, a disputa por territórios e a expansão de economias ilícitas formam um conjunto de tensões que atravessam o país e revelam que o colapso climático não é apenas uma questão ecológica: é um motor silencioso de violência, precarização e desordem. Quando florestas são destruídas, rios contaminados e terras capturadas por grupos ilegais, cria-se um ambiente fértil para redes criminosas que se alastram como trilhas de pólvora, conectando periferias urbanas, fronteiras amazônicas e regiões industriais.

A COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), realizada em Belém entre 10 e 21 de novembro de 2025, expôs ao mundo, de forma contundente, a interdependência cada vez mais evidente entre clima, território e segurança pública. Com a presença de mais de 190 delegações internacionais, cerca de 50 mil participantes e 1,6 mil lideranças indígenas de nove países amazônicos, o evento transformou a floresta no centro da diplomacia climática global. Mais do que discutir metas de carbono, a conferência explicitou que a Amazônia deixou de ser tratada como um problema ambiental e se tornou o coração geopolítico que molda a governabilidade do Brasil. Entre anúncios de investimentos verdes, protestos indígenas por demarcação e debates sobre transição energética justa, emergiu uma verdade incômoda: a crise climática brasileira tem fronteiras, rotas logísticas, facções e armas. Ela se materializa em mercados paralelos que financiam grupos ilegais, alimentam disputas territoriais, ampliam desigualdades e fragilizam instituições. Se a floresta está sob ataque, também estão as cidades que orbitam seus fluxos econômicos — da fronteira amazônica às regiões metropolitanas e industriais do Sudeste — todas conectadas pela mesma teia de pressões ambientais, vulnerabilidades sociais e redes criminosas que se expandem à medida que o clima se desestabiliza.

É nesse contexto que o relatório “Amazônia em Disputa”, produzido pelo Instituto Igarapé, se torna um documento-chave para compreender o país. O estudo mostra que a floresta funciona como um território em disputa permanente, onde avançam redes de garimpo ilegal, extração clandestina de madeira, grilagem de terras e narcotráfico. Em diversas áreas, grupos armados substituem o Estado: regulam atividades, controlam fluxos econômicos e determinam quem vive, quem circula e quem morre. Esse ecossistema violento, embora concentrado na região amazônica, produz impactos que irradiam para outras regiões, reorganizando dinâmicas criminosas e ampliando vulnerabilidades urbanas.

A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte é um exemplo claro dessa conexão nacional. Região estratégica entre Rio e São Paulo, marcada por crescimento urbano acelerado, pressão sobre áreas de mananciais e desigualdades internas, o Vale já sente reverberações desse cenário mais amplo. Nessa Região, quem de nós já não observou em algum dos 39 municípios a intensificação de conflitos por uso do solo, a fragilização de áreas ambientais, a expansão desordenada da malha urbana e a vulnerabilização de comunidades periféricas expostas a enchentes, calor extremo, falta de infraestrutura e abandono do poder público,  fatores que, combinados, ampliam o terreno onde o crime organizado se infiltra, aproveitando-se de brechas sociais e territoriais.

Nesse quadro, os municípios deixam de ser espectadores e passam a ser agentes decisivos na construção de respostas. É no nível local que se materializam as primeiras linhas de defesa contra a degradação ambiental, a expansão criminosa e a vulnerabilidade social. No Vale do Paraíba, políticas municipais de segurança precisam reconhecer que proteger o território é também proteger as pessoas, e que segurança pública não pode mais ser entendida apenas como policiamento ou repressão. A integração entre gestão ambiental, planejamento urbano e prevenção social é a única estratégia capaz de produzir resultados duradouros.

Isso significa investir em monitoramento territorial, combater ocupações irregulares, proteger áreas de mananciais e usar tecnologia para identificar zonas de risco e prevenir desastres. Significa também criar programas robustos para juventudes vulneráveis, ampliando oportunidades de educação, cultura e trabalho que reduzam a adesão às redes criminosas. A Guarda Civil pode desempenhar um papel ampliado, atuando em prevenção ambiental, mediação territorial e apoio a ações de resiliência urbana, fortalecendo a presença do Estado em áreas onde sua ausência alimenta a insegurança.

Além disso, o planejamento urbano precisa ser tratado como política de segurança: controlar a expansão desordenada, qualificar habitações, reduzir ilhas de calor e garantir saneamento e mobilidade são medidas que reduzem conflitos e fortalecem o tecido social. O que se desenha, portanto, é um novo paradigma. O Brasil não enfrenta apenas uma crise ambiental; enfrenta uma reorganização profunda de seus territórios e de seus riscos. Para os municípios do Vale do Paraíba, como Pindamonhangaba, compreender essa dinâmica e agir de forma integrada é a diferença entre reagir ao caos ou construir um futuro mais seguro, sustentável e resiliente. O meio ambiente, hoje, é o eixo estruturante da segurança pública e ignorar isso é deixar o terreno livre para que a violência se enraíze onde o Estado falha em proteger, planejar e cuidar.

Em síntese, o Brasil entrou numa era em que clima, território e segurança já não podem ser pensados separadamente. A crise ambiental acelera desigualdades, enfraquece instituições e redesenha a geografia da violência, exigindo que municípios deixem de atuar como administradores reativos e se tornem planejadores estratégicos do futuro. No Vale do Paraíba, reconhecer essa nova realidade é mais do que um imperativo técnico: é uma escolha política que definirá se a região seguirá vulnerável às pressões combinadas da degradação e do crime ou se avançará na construção de cidades capazes de proteger suas populações e seus ecossistemas. O desafio é enorme, mas a oportunidade também  e ignorá-la não é mais uma opção.

 

* Diretor da Divisão de Estudos e Monitoramento da Coordenadoria da Atividade Delegada – Gabinete do Vice-Prefeito da Cidade de São Paulo

Formado em Gestão de Políticas Públicas pela USP

Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional

Graduando e História pela USP

Professor de Cursinho pré-vestibular em São Paulo

Contato: italocmantovani@gmail.com

Natal Solidário leva alegria e esperança para crianças de Pindamonhangaba


 

O espírito natalino ganha ainda mais força neste ano com a realização do Natal Solidário, uma iniciativa que reúne voluntários em um gesto de amor e solidariedade para levar alegria às crianças de Pindamonhangaba. A ação, marcada para o dia 7 de dezembro, convida toda a comunidade a participar com doações e a se engajar na entrega dos presentes.

A campanha incentiva a doação de brinquedos novos ou usados, doces e qualquer outro item que o coração desejar oferecer. O objetivo é alcançar o maior número possível de crianças, proporcionando um Natal mais doce, feliz e cheio de esperança.

A entrega será realizada por um grupo de voluntários caracterizados com trajes natalinos, incluindo Papai Noel e seus ajudantes, reforçando o clima acolhedor e festivo. A concentração da equipe acontecerá às 9h, na Praça São Cristóvão, no bairro Alto Cardoso. De lá, o grupo seguirá em direção ao Bairro da Cerâmica, onde as doações serão distribuídas.

A iniciativa, que já se tornou tradição entre os organizadores, busca promover não apenas a entrega de presentes, mas também a união da comunidade em um momento de celebração e solidariedade.

Quem deseja colaborar pode contribuir com doações antecipadas ou participar no dia, acompanhando o percurso e ajudando a espalhar sorrisos por onde a caravana natalina passar.

O Natal Solidário é um convite para que todos se tornem parte desta corrente do bem, reforçando o verdadeiro significado da data: compartilhar amor, cuidado e esperança.

MAIS INFORMAÇÕES: (12) 974100556 COM ROSANA 

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Protótipo Avaliativo da Educação Básica

             As décadas de 1980 e 1990 foram períodos de entusiasmo político no Brasil, devido à redemocratização do país, tendo favorecido intenso debate nos campos da cultura e educação. A evolução da estrutura da avaliação da Educação Superior e Educação Básica no Brasil foi resultado de uma série de discussões a respeito da temática da avaliação em âmbito nacional e internacional, tendo sido gerado programas de avaliação, com a finalidade de produzir indicadores para replanejamento da educação nacional.

            No campo da Educação Superior, seguiu-se a linha histórica de criação de sistemas de avaliação descentralizados, como o Programa da Reforma Universitária (PARU, 1983), e depois, o Programa de avaliação institucional das universidades brasileiras (PAIUB, 1993), sendo instituído, em 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Ainda existente, trata-se de um programa formativo e regulatório centralizado, com o objetivo de assegurar o processo de avaliação das instituições de Educação Superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de seus estudantes.

            No campo da Educação Básica, desde o ano de 1990, é aplicado o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), pelo Governo Federal, tendo sido realizado aprimoramentos teórico-metodológicos, ao longo das edições. Tem como finalidade avaliar o desempenho dos estudantes nas etapas dos 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio, a fim de contribuir para a melhoria do ensino e aprendizagem nas áreas de educação. A partir do ano de 2007, os dados coletados do SAEB passaram a ser utilizados para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), tornando evidente o nível de aprendizagem dos alunos no Brasil, em uma série histórica.

            A lei do SINAES, na Educação Superior, prevê avaliação institucional por meio de instrumentos diversificados, sendo autoavaliação conduzida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), e visita in loco, por comissão de avaliadores externos, do Banco de Avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), somado aos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). Já a lei do SAEB, na Educação Básica, prevê aplicação de avaliação externa de larga escala, cujas médias de desempenho dos estudantes são vinculadas com as taxas de aprovação, reprovação e abandono do ciclo avaliativo, gerando o IDEB do ano correspondente.

            A avaliação da Educação Superior é mais aprofundada e específica, o que torna a visita in loco indispensável, para verificar a infraestrutura, qualificação do corpo docente, organização didático-pedagógica e cumprimento da avaliação institucional realizada pela CPA, conformando-se como sistema de avaliação macro estrutural; já a avaliação da Educação Básica, guiada pelo pressuposto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, 1996), preocupa-se mais com o desenvolvimento do indivíduo ao longo do processo, cujas avaliações devem ser contínuas e qualitativas, no ambiente escolar, para acompanhar a aprendizagem do aluno, o que erroneamente justifica um Sistema de Avaliação da Educação Básica, restrito à coleta de dados de rendimento escolar, por meio de uma prova bienal de conteúdo padrão para a federação, sem contextualização local, o que o torna superficial como instrumento de análise da Educação Básica.

            Entende-se que avaliação in loco no ambiente escolar é recomendável, embora seja desafiador regulamentar visita in loco em todas as escolas do país de modo equitativo, haja vista o volume massivo dessas instituições, sugerindo barreiras de ordem financeira para subsídio de capacitações e logística de comissões avaliadoras. Contexto que leva a pensar que a ausência de visualização e entendimento do real cenário escolar, compreendendo-se regulamentação e condições de ensino, está relacionado ao método de avaliação da Educação Básica. Evidencia-se, portanto, certa compreensão do poder público e sociedade civil de que a educação é concebida como investimento, mas assumida como gasto. Sistema de avaliação da Educação Básica, com inclusão de avaliação institucional (autoavaliação e visita in loco), é possível e é para hoje!

             Por Rodrigo Tarcha Amaral de Souza, licenciado em Filosofia, História e Pedagogia, Mestre e Doutor em Educação, Diretor da Escola Municipal Serafim Ferreira – “Sr. Sara”.