quarta-feira, 6 de maio de 2026
Governo Federal viabiliza ampliação de leitos na Santa Casa que reduzirá fila de espera no PS e UPAs
Investimento de R$ 10 milhões, viabilizados pelo Governo Lula e Alckmin, com articulação do ex-vereador Herivelto Vela, dos assessores especiais do Ministério da Saúde, Humberto Tobé e Carlos Jorge, do assessor político Eduardo Kogempa e do ministro da Saúde Alexandre Padilha, prevê ampliação da clínica médica, melhorias na maternidade e compra de equipamentos.
O projeto viabilizará a construção de um novo prédio com dois andares. No piso inferior, serão criados 20 novos leitos destinados a pacientes do SUS, ampliando em cerca de 50% a capacidade da Clínica Médica, que passará a contar com 65 vagas voltadas a atendimentos clínicos, não cirúrgicos.
Já no pavimento superior, a maternidade passará por adequações para melhorar o conforto e a privacidade das pacientes. A proposta é reduzir o número de gestantes por quarto, de até três para duas, mantendo a capacidade de atendimento, mas com mais qualidade no acolhimento às famílias.
Além da ampliação física, o investimento inclui a substituição de mobiliários e equipamentos da Clínica Médica e da maternidade, além da aquisição de novos itens para a UTI adulto, neonatal e o centro cirúrgico, seguindo as normas atualizadas da área da saúde.
A secretária de Saúde, Andreia Martins, afirmou que a medida deve impactar diretamente o fluxo de atendimentos. Segundo ela, a ampliação dos leitos vai aumentar a capacidade de internação e aliviar a demanda no Pronto-Socorro, uma das principais queixas dos usuários.
A previsão é que as obras tenham início em até 45 dias, pois os recursos estão garantidos e disponibilizados, pagos em duas vezes pelo Ministério da Saúde, uma diretamente à Santa Casa e outra ao Fundo Municipal de Saúde.
terça-feira, 5 de maio de 2026
Trezena de Nossa Senhora de Fátima começou dia 1º de maio com programação religiosa e social
Durante os 13 dias, os fiéis poderão participar diariamente das celebrações religiosas. De segunda a sexta-feira, as atividades começam às 19h, com súplicas à Nossa Senhora, seguidas da Santa Missa às 19h30. Aos sábados e domingos, a programação tem início às 17h30, com súplicas, e a missa às 18h.
O encerramento, no dia 13 de maio — data dedicada à padroeira — contará com uma programação especial. As atividades começam às 6h, com o Terço dos Homens, seguido pelo Terço das Mulheres às 7h. Às 15h será celebrada a Santa Missa, e, às 18h30, acontece a tradicional procissão, seguida de missa solene em louvor a Nossa Senhora de Fátima.
Além da programação religiosa, o evento também contará com a tradicional parte social, reunindo a comunidade em momentos de confraternização. Haverá quermesse e show de prêmios nos dias 1, 2, 3, 8, 9, 10, 11, 12 e 13 de maio, sendo o dia 9 reservado para o principal sorteio.
Outro destaque é o almoço da padroeira, que será realizado no dia 3 de maio, a partir das 11h30, seguido pelo show de prêmios às 14h.
A Trezena de Nossa Senhora de Fátima é uma oportunidade para fortalecer a fé, promover a união da comunidade e manter viva uma tradição que atravessa gerações. A expectativa é de grande participação dos fiéis ao longo de toda a programação.
Feijoada boa é feijoada solidária!
O que te espera:
Música ao vivo para animar a tarde
Sorteios imperdíveis
Opção Vegana e Tradicional
Sobremesas deliciosas
Local: Quadra do Lar São Judas Tadeu
Data: 17 de maio, das 12h às 15h
Investimento: R$ 45,00 (Crianças até 7 anos não pagam)
Toda a renda será revertida para os projetos do Lar. Vamos fazer a diferença juntos?
Telefone mais informações : (12) 3642-1975
17ª Festa do Arroz (2026) – Programação Musical
Confira a agenda completa de atrações para um dos eventos mais tradicionais de Tremembé!
📅 14 de maio (Quinta-feira)
18h00: Música ambiente
19h30: Abertura Oficial – Cerimônia com hinos e hasteamento das bandeiras pelo Grupo de Escoteiros Trapistas de Tremembé.
21h00: Confraria Musical
📅 15 de maio (Sexta-feira)
18h00: Música ambiente
19h00: Banda Regimental de Música do CPI-1
21h30: Cavern Club (Beatles Cover)
📅 16 de maio (Sábado)
12h00: Edival (Voz e Violão)
14h00: Madd’s (Voz e Violão)
16h30: Orquestra Jovem do CPI-1
18h30: Orquestra de Violas e Violões Itaboaté
21h00: Banda Middie
📅 17 de maio (Domingo)
12h00: Música ambiente
12h30: Juan Carlos e Guadalupe (Música Latina)
16h00: Alunos da Orquestra de Viola de Tremembé (Secretaria de Turismo e Cultura)
19h00: Flávia Lima
21h15: Luana Camarah
📍 Realização: COFAT (Comissão Organizadora da Festa do Arroz)
🏛️ Apoio: Prefeitura Municipal de Tremembé
#Tremembé #PrefeituraDeTremembé #FestaDoArroz2026 #Cultura #Turismo
Cardápio desta Terça feira
Misturas
✅ Picadinho
✅ Bife de fígado acebolado
✅ Filé de frango
✅ Bisteca de porco com ovo frito
✅ Frango com polenta
✅ Carne moída com batata
✅ Fricassê de frango
Guarnições
✅ Arroz
✅ Arroz primavera
✅ Feijão
✅ Feijão preto
✅ Polenta
✅ Macarrão
✅ Farofa
✅ Batata frita
✅ Bolinho de arroz
✅ Batata salsa
✅ Vagem com cenoura
✅ Pimentão
Saladas
✅ Alface
✅ Mista
✅ Beterraba
✅ Cenoura com maionese
CAMPOS DO JORDÃO VOLTA A COBRAR DEVOLUÇÃO DE "OPERÁRIOS" AO PALÁCIO BOA VISTA E REACENDE DISPUTA ANTIGA COM O GOVERNO DE SP
Manifesto lançado pela Academia de Letras recoloca em pauta a retirada da obra de Tarsila do Amaral e lembra que a primeira tentativa de transferi-la da Serra ocorreu ainda em 2003
segunda-feira, 4 de maio de 2026
SAIBA O TRABALHO DA SECRETARIA DE ZELADORIA EM PINDA
Ouro Verde e Jardim Imperial recebem etapa final de recapeamento asfáltico
A Prefeitura de Pindamonhangaba finalizou, nesta semana, as últimas ações de recapeamento asfáltico nos bairros Ouro Verde e Jardim Imperial, ampliando a segurança, o conforto e a mobilidade para moradores, motoristas e pedestres.
Nesta semana, as últimas ruas contempladas foram a Rua Janarte Montinho Ribeiro, com 200 metros de recape, e a Rua Fernando Alencar Pinto, com 210 metros. Ao todo, os serviços nos bairros Ouro Verde e Jardim Imperial contemplam mais de 20 ruas e aproximadamente 4.000 metros lineares de asfalto.
Para o secretário de Serviços Públicos, José Antônio Ferreira Filho (Jú), a obra atende uma demanda importante da comunidade. “Esse recapeamento era uma solicitação antiga dos moradores e traz uma melhoria muito grande para o bairro. Quero agradecer ao presidente do bairro, Moraes, pelo diálogo e por acompanhar essa demanda junto com a população”, destacou.
Prefeitura limpa ponto de descarte irregular na Rua José Machado de Oliveira
A Prefeitura realizou a limpeza de um ponto de descarte irregular na Rua José Machado de Oliveira, retirando resíduos deixados de forma indevida em área pública.
Semanalmente, equipes precisam ser deslocadas para atender esse tipo de ocorrência, o que compromete tempo, mão de obra e equipamentos que poderiam ser utilizados em outras ações de zeladoria pela cidade. Além de gerar custos ao município, o descarte irregular prejudica a saúde pública, favorece o aparecimento de animais e deixa os bairros com aspecto de abandono.
Subprefeitura de Moreira César realiza manutenção em área verde no Azeredo
A Subprefeitura de Moreira César realizou serviços de zeladoria em área verde no Azeredo, reforçando o cuidado com os espaços públicos do distrito.
As equipes executaram limpeza, roçada e manutenção do entorno, deixando o ambiente mais seguro, agradável e adequado para uso da população. A ação faz parte do cronograma de manutenção realizado pela Subprefeitura em praças, áreas verdes e pontos de convivência, garantindo mais qualidade de vida aos moradores.
Manutenção em escolas garante ambientes mais seguros e organizados
A Prefeitura também manteve o cronograma de manutenção nas unidades da rede municipal de ensino, com serviços de pintura, corte de grama e reparos estruturais.
Nesta semana, foram atendidas a EM Maria Zara, no Ouro Verde, com pintura; a EM Moacyr, no Bela Vista, com conserto de concertina; a EM Isabel do Carmo, no Crispim, com corte de grama; o NAP Mário Covas, no Ipês, com corte de grama; a EM Ruth Dóris, no Araretama, com pintura de paredes; o CMEI Jonas Abib, no Arco-Íris, com manutenção no interfone; e a EM Raquel de Aguiar, no Vale das Acácias, com corte de grama.
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER EM SÃO PAULO: UM PROBLEMA QUE NÃO RECUA, APENAS SE AGRAVA
Ítalo do Couto Mantovani*
A violência
contra a mulher no Estado de São Paulo entra em 2026 longe de qualquer sinal de
recuo, os dados da Secretaria da Segurança
Pública do Estado deixam isso evidente. Mais do que estatísticas, o que
emerge é um retrato incômodo: registros em alta, números que se mantêm elevados
e uma escalada silenciosa dos casos mais extremos. Entre 2025 e os primeiros
meses de 2026, o estado não enfrenta uma ruptura, mas algo possivelmente mais
alarmante: a consolidação de um padrão em que a violência não diminui apenas se
torna mais visível e, em alguns casos, mais letal.
Ao longo de
2025, os níveis de violência de gênero permaneceram extremamente altos. Os
estupros superaram 14 mil casos no ano, com predominância de estupro de
vulnerável (entre 80% e 85% das ocorrências). As lesões corporais dolosas
contra mulheres ultrapassaram 170 mil registros, cerca de 470 agressões por
dia, evidenciando a naturalização da violência, sobretudo em relações íntimas e
familiares. Em alguns recortes, houve crescimento: nos primeiros meses do ano,
os estupros aumentaram cerca de 30% em relação ao período anterior, indicando
maior incidência e também maior registro.
No caso dos
feminicídios, a comparação entre 2024 e 2025 evidencia uma mudança mais sutil,
mas ainda assim relevante. Se em 2024 foram registrados 253 casos, em 2025 esse número sobe para cerca de 270 feminicídios, um aumento de
aproximadamente 7%. Mais do que
a variação percentual, o dado revela a incapacidade
de redução da violência letal, que permanece em patamar elevado e resistente
a quedas consistentes, equivalente a cerca de um feminicídio a cada 32 horas. Como se trata de um indicador com
baixa subnotificação, o feminicídio funciona como um termômetro mais fiel da
gravidade do fenômeno e, nesse sentido, o avanço registrado em 2025 reforça
que, apesar de maior visibilidade e registro, a violência contra a mulher não
apenas persiste, mas segue se intensificando em sua forma mais extrema.
É na passagem
para 2026, entretanto, que o quadro ganha contornos mais inquietantes. No
primeiro bimestre de 2025, haviam sido registrados cerca de 40 feminicídios; no
mesmo período de 2026, o número sobe para 55 casos, um aumento de
aproximadamente 31%. Em termos absolutos, são 13 mortes a mais em apenas dois
meses; em termos de frequência, o estado passa de um feminicídio a cada 32
horas para quase um a cada 26 horas. Essa aceleração da violência letal, em um
intervalo tão curto, não rompe uma estabilidade mas aprofunda um patamar já
elevado, indicando não apenas continuidade, mas uma intensificação mais aguda
da violência.
Nos demais
indicadores, não há redução relevante. Os estupros seguem em níveis semelhantes
aos de 2025, sugerindo novamente mais de 14 mil casos no ano. As lesões
corporais mantêm o mesmo padrão: números altos, pequenas variações e ausência
de queda consistente. O resultado é um padrão de estabilidade em alta, que
naturaliza a violência em larga escala.
Esse
comportamento dos dados reforça uma leitura já consolidada na literatura
acadêmica: a violência contra a mulher é simultaneamente visível e invisível. O
aumento de registros, como o crescimento de até 30% nos estupros em determinados períodos de 2025, pode indicar
maior confiança nas instituições e ampliação dos canais de denúncia. No
entanto, a persistência de números absolutos elevados e, sobretudo, o salto de 31% nos feminicídios no início de 2026,
apontam que a maior visibilidade não tem sido acompanhada por redução efetiva
da violência. Em outras palavras, o Estado está enxergando mais, mas não
necessariamente conseguindo conter mais.
O caso paulista,
nesse sentido, explicita um paradoxo central das políticas contemporâneas de
segurança pública. Há avanços inegáveis na produção de dados, na transparência
e na capacidade institucional de registrar ocorrências. Mas esses avanços
operam, em grande medida, no plano da mensuração, enquanto a estrutura que
sustenta a violência como: desigualdades de gênero, dependência econômica, dinâmicas
familiares violentas permanecem relativamente intactas. O resultado é um
cenário em que os números se sofisticam, mas o problema persiste. Entre 2025 e
2026, portanto, São Paulo não apenas confirma a magnitude da violência contra a
mulher, como evidencia seus limites de enfrentamento. A coexistência de mais de 170 mil agressões anuais, mais de 14 mil estupros e o recente
aumento dos feminicídios não apontam para uma crise episódica, mas para uma
continuidade estruturada. E é justamente essa continuidade, marcada por
pequenas variações percentuais e grandes volumes absolutos, que torna o
fenômeno tão resistente.
Diante
disso, respostas pontuais já não são suficientes. É necessária uma estratégia
articulada que combine, de um lado, o fortalecimento imediato da rede de
proteção com ampliação de delegacias especializadas, casas-abrigo, atendimento
psicológico e jurídico e monitoramento de agressores e, de outro, ações estruturais de prevenção,
como educação para igualdade de gênero, autonomia econômica feminina e
transformação cultural. Sem essa abordagem dupla, o Estado tende a seguir
aprimorando o registro e a reação, mas sem reduzir de forma consistente a
incidência e, sobretudo, a letalidade da violência.
Diretor de Projetos da Coordenadoria de Governança da
Atividade Delegada – Gabinete do Vice-Prefeito da Cidade de São Paulo
Formado em Gestão de Políticas Públicas pela USP
Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional
Graduando em História pela USP
Professor de Cursinho pré-vestibular em São Paulo
Contato: italocmantovani@gmail.com















