terça-feira, 9 de junho de 2026
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Cardápio desta seguda feira " abençoado "
,Bom dia :
Cardápio do dia
✅ Picadinho
✅ filé de frango empanado
✅ Carne seca com quibebe
✅ Frango ensopado com polenta
✅ Bife de pernil com ovo frito
✅ Carne moida com batata
✅ Sardinha frita
Guarnições
✅ Arroz
✅ Arroz primavera
✅feijão
✅ Feijão preto
✅ macarrão
✅ Farofa
✅ Bolinho de arroz
✅ Batata frita
✅ Quibebe
✅ Batata salasa
✅ Brócolis com cenoura
Salada
✅ Alface
✅ Beterraba
✅ Mista
✅ Pepino
✅ Couve
Comunidade Santo Antônio realiza tradicional festa religiosa e almoço beneficente em Pindamonhangaba
A Comunidade Santo Antônio, localizada no bairro Bosque, em Pindamonhangaba, promoverá entre os dias 10 e 14 de junho, a tradicional Festa de Santo Antônio, reunindo programação religiosa, procissão, confraternização comunitária e almoço beneficente.
As celebrações acontecerão na sede da comunidade, na Rua Padre Faustino Belloti, 97, sempre com missas às 19h30, contando com a participação de padres convidados e comunidades da região.
A programação tem início no dia 10 de junho, quarta-feira, com missa presidida pelo Frei Bruno Luiz de Melo Pereira. No dia 11, a celebração será conduzida pelo padre Sebastião Raimundo Bizarria. Já no dia 12, a missa ficará sob responsabilidade do padre Marcelo Silvio Emídio.
O encerramento religioso acontece no sábado, dia 13 de junho, Dia de Santo Antônio, com procissão pelas ruas do bairro às 16h e, logo depois, às 16h30, missa presidida pelo padre Kleber Rodrigues da Silva.
Durante todos os dias da festa haverá bênção dos pães nas missas e também parte social no Centro Comunitário após as celebrações.
Como parte da programação, no domingo, dia 14 de junho, será realizado um almoço beneficente, das 11h às 15h. O cardápio da marmitex contará com arroz caipira, pernil, costelinha suína, linguiça toscana, coxinha de frango, cenoura, couve, milho verde, tomate, cheiro-verde e arroz. O valor será de R$ 25.
A organização convida toda a população para participar da festividade e celebrar em família um dos santos mais populares da tradição católica.
Arraiá Cavalgar promete reunir famílias em dois dias de festa junina na Água Preta
O clima das festas juninas já começa a tomar conta de Pindamonhangaba com a realização do Arraiá Cavalgar, evento que promete reunir moradores da cidade e da região em dois dias de muita música, diversão e tradição. A festa acontecerá nos dias 12 e 13 de junho, na Rodovia Dr. Abel Fabrício Dias, nº 2195, no bairro Água Preta.
Com entrada franca, o
evento foi preparado para receber toda a família, oferecendo atrações típicas que
fazem parte das tradicionais comemorações de São João. Entre os destaques estão
a fogueira, comidas típicas, quadrilha, ambiente temático e apresentações
musicais ao vivo.
A programação terá
início no dia 12 de junho, a partir das 19 horas, com apresentação da dupla
Souza Neto e Mirandinha, trazendo um repertório voltado à música sertaneja e
regional.
Já no dia 13 de
junho, também às 19 horas, o público poderá acompanhar o show do Trio
Matogrosso, que promete animar os visitantes com sucessos que valorizam a
cultura popular e o clima festivo característico desta época do ano.
Além das atrações
musicais, os organizadores destacam que o Arraiá Cavalgar contará com uma ampla
variedade de comidas típicas, decoração temática e atividades voltadas para
crianças e adultos, reforçando o espírito de confraternização e valorização das
tradições juninas.
Segundo a divulgação
do evento, a proposta é oferecer um ambiente acolhedor, familiar e seguro para
que moradores de Pindamonhangaba e cidades vizinhas possam celebrar uma das
épocas mais tradicionais do calendário brasileiro.
Prefeitura de Cunha lança projeto "Sorrisos na Serra" em parceria com a UniFUNVIC
Iniciativa leva atendimento preventivo, exames e atividades
educativas de saúde bucal para alunos da rede municipal no Distrito de Campos
Novos.
-FASC e APAE fortalecem parceria durante visita à unidade de Cunha
A FASC, representada pelo vice-presidente Eduardo Aguiar, e a advogada das APAEs, Maria Paula, realizou uma visita à APAE de Cunha em um importante momento de troca de experiências, fortalecimento de vínculos institucionais e compartilhamento de boas práticas.
A visita reforça o compromisso das entidades com a promoção da inclusão
social, a defesa dos direitos das pessoas com deficiência e o fortalecimento do
trabalho realizado pelas APAEs em toda a região.
GIRO DA POLÍTICA
Há mais de 40 dias, a empresa Viva Pinda recebeu, por meio de programa do Governo Federal, coordenado pelo Ministério das Cidades, 14 novos ônibus equipados com tecnologias mais modernas, incluindo menor emissão de poluentes, elevadores de acessibilidade, ar-condicionado e internet Wi-Fi.
Apesar disso, os veículos ainda não entraram em operação e permanecem na garagem, para insatisfação dos usuários do transporte coletivo.
Enquanto isso, a Câmara de Pindamonhangaba aprovou o Projeto de Lei nº 131/2026, que amplia a flexibilidade do Executivo para realizar ajustes relacionados ao subsídio do transporte público. A preocupação dos usuários é que isso possa resultar em aumento de custos para os cofres públicos e, futuramente, no reajuste da tarifa, que já está entre as mais elevadas da região.
Diante desse cenário, quem parece estar sorrindo à toa é a concessionária do transporte coletivo.
- DE OLHO NO CARGO
Depois
das últimas ações consideradas por muitos como infelizes, dos acordos com
fornecedores e prestadores de serviços que não teriam sido cumpridos e das
declarações feitas durante audiência pública, quando teria admitido ter mais
experiência na advocacia do que na gestão pública, a secretária de Saúde,
Andreia Martins, demonstrou, na visão de críticos, falta de preparo para o
cargo. Nos bastidores do Palácio de Vidro, comentam-se possíveis mudanças na
pasta.
Por outro lado, o secretário-adjunto Filemon de Lima Silvano possui experiência
na gestão da saúde pública e já ocupou o cargo de secretário municipal de Saúde
em Piracicaba. Fique atenta, secretária.
- SUGESTÃO À ADMINISTRAÇÃO
DE PINDA
Estamos
sugerindo à Administração Municipal de Pindamonhangaba que estude a
possibilidade de entrar em contato com a operadora Vivo, proprietária do prédio
localizado na região central da cidade. Caso existam débitos de IPTU ou haja
interesse na utilização do imóvel, o local poderia ser uma alternativa adequada
para abrigar a Secretaria Municipal de Saúde.
A localização é estratégica, próxima à Santa Casa, clínicas médicas,
Pronto-Socorro e Farmácia Central, facilitando o acesso da população e
permitindo que a secretaria deixe o imóvel alugado no Alto do Cardoso, cujo
custo certamente não deve ser baixo.
Outra sugestão refere-se ao prédio construído em Moreira César para funcionar
como rodoviária. Após permanecer por anos como um verdadeiro "elefante
branco", o espaço passou a abrigar um centro logístico. No entanto,
poderia ser avaliada sua utilização para a instalação de uma creche em período
integral, atendendo uma importante demanda daquela região.
- COMO FICOU O TRANSPORTE DA
SAÚDE?
No entanto, segundo informações apuradas, a atual gestão da Secretaria de Saúde ainda não teria regularizado pagamentos referentes a débitos antigos com prestadores de serviços e também haveria notas fiscais deste ano em atraso.
É dessa forma que o transporte emergencial da saúde do município está sendo tratado? A população espera uma gestão eficiente da saúde pública e respostas para problemas que afetam diretamente os pacientes.
-
CLIMA ESQUENTA NA CÂMARA DE PINDA
Agora
outro embate jurídico vai envolver a vereadora Ana Paula e a mesa diretora. Uma
coisa e certa : Se correr bicho pega e se ficar bicho come mas que uma coisa e
certa os vereadores da base aliada com Totáro e sem Totáro na assessoria está
na mira do blogueiro .
sexta-feira, 5 de junho de 2026
CARDAPIO DESTA SEXTA FEIRA - ABENÇOADA
Bom dia
Cardápio do dia
Misturas
✅ Picadinho
✅ filé de frango empanado
✅ Bife de fígado acebolado
✅ Lasanha a bolonhesa
✅Frango ensopado com polenta
✅ Carne moida com batata
✅ Sardinha frita
Guarnições
✅ Arroz
✅ Arroz primavera
✅feijão
✅ Feijão preto
✅ Tutu de feijão
✅ macarrão
✅ Farofa
✅ Bolinho de arroz
✅ Batata frita
✅ Pimentão
✅Cenoura
✅ Jiló
Salada
✅ Alface
✅ Beterraba
✅ Mista
✅ Repolho
PINDAMONHANGABA E A NOVA GEOGRAFIA DOS HOMICÍDIOS
Ítalo do Couto
Mantovani*
Por
décadas, a violência urbana foi associada principalmente às grandes metrópoles
brasileiras, marcadas por elevada densidade populacional e profundas
desigualdades sociais. Os dados do Atlas da Violência 2026, entretanto, revelam
uma mudança significativa: a violência letal deixou de ser um fenômeno
concentrado apenas nos grandes centros e passou a atingir com intensidade
crescente cidades de médio porte, colocando novos territórios no centro do
debate sobre segurança pública.
Pindamonhangaba
surge como um dos exemplos mais emblemáticos dessa mudança. Com aproximadamente
172 mil habitantes (estimativa IBGE), o município da Região Metropolitana do
Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVPLN) registrou a maior taxa de homicídios
estimados entre as cidades paulistas com mais de 100 mil habitantes: 27,9
mortes por 100 mil habitantes. O número coloca a cidade à frente de municípios
tradicionalmente associados a maiores índices de violência, como Embu das Artes
(26,6) e Itapecerica da Serra (26,2). Os dados ganham ainda maior relevância
quando analisados em profundidade. Em 2024, foram registrados oficialmente 29
homicídios em Pindamonhangaba. Entretanto, a metodologia do Atlas incorpora uma
variável que amplia significativamente a compreensão do problema: os chamados
homicídios ocultos (Homicídios ocultos são mortes inicialmente classificadas
como causas indeterminadas, mas que apresentam alta probabilidade de
corresponder a homicídios não identificados oficialmente). Foram identificados
mais 19 casos classificados inicialmente como mortes violentas por causa
indeterminada, elevando o total estimado para 48 homicídios, isto é, quase 40%
das mortes violentas estimadas no município revelam limitações na identificação
da violência letal, impactando diretamente políticas públicas, investimentos e
a compreensão da criminalidade.
Entretanto,
o cenário de Pindamonhangaba não deve ser interpretado como uma realidade
isolada. A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVPLN) apresenta
um quadro estatístico que merece atenção. Nove das quinze cidades paulistas com
maiores taxas de homicídios entre os cem maiores municípios do estado pertencem
à região. Guaratinguetá aparece com taxa estimada de 23,8 homicídios por 100
mil habitantes; Caraguatatuba registra 19,8; enquanto levantamentos regionais
indicam Lorena com 33 vítimas por 100 mil habitantes, Cruzeiro com 25,35 e
Ubatuba com 24,74.
Esses
números sugerem que determinados fatores regionais podem estar influenciando a
dinâmica da violência local. Curiosamente, a própria região oferece um
contraponto relevante, São José dos Campos, maior município da RMVPLN, com
população superior a 725 mil habitantes (estimativa IBGE), registrou taxa de apenas
5,9 homicídios por 100 mil habitantes. O município aparece entre as cidades
brasileiras de grande porte com menores índices de violência letal, ocupando a
15ª posição nacional entre os municípios mais seguros, ou seja, o contraste é
expressivo. Enquanto Pindamonhangaba registra índice próximo de 28 homicídios
por 100 mil habitantes, São José dos Campos apresenta taxa quase cinco vezes
menor. A comparação rompe uma interpretação simplificada segundo a qual cidades
maiores seriam necessariamente mais violentas.
Os
próprios dados nacionais reforçam essa conclusão. Em 2024, municípios médios (aqueles
com população entre 100 mil e 500 mil habitantes) apresentaram média de 24,1
homicídios por 100 mil habitantes, superando os municípios grandes, cuja taxa
média foi de 23,2, e os pequenos, com 19,7. Para o próprio Atlas a evidência
sugere que municípios intermediários enfrentam desafios específicos. Essas
cidades frequentemente experimentam expansão econômica e crescimento
demográfico em ritmo mais acelerado que a capacidade de ampliação da
infraestrutura urbana e das políticas públicas. A pressão sobre serviços
sociais, segurança, mobilidade e planejamento urbano tende a aumentar
significativamente.
Ao
mesmo tempo, o cenário nacional apresenta sinais aparentemente positivos. O
Brasil registrou em 2024 a menor taxa oficial de homicídios desde 2014: 20,1
mortes por 100 mil habitantes, totalizando 42.590 homicídios. Trata-se de
redução de 7,4% em comparação ao ano anterior e de uma queda acumulada de 32,8%
em relação ao início da série histórica. Porém, essa melhora nacional exige
cautela, entre 2023 e 2024, os homicídios ocultos no país cresceram 88,6%, passando
de 3.755 para 7.083 casos. Atualmente, essas ocorrências representam 14,3% dos
homicídios estimados nacionais, percentual quase duas vezes superior ao
observado no ano anterior. Isso significa que, embora os indicadores oficiais
apontem redução da violência, parte desse avanço pode estar sendo influenciada
por dificuldades de classificação das mortes violentas.
Diante desse cenário,
Pindamonhangaba deixa de representar apenas uma posição em um ranking estadual
e passa a simbolizar desafios enfrentados por cidades médias brasileiras. Os
dados demonstram que a violência não pode mais ser entendida como um problema
restrito às grandes metrópoles, nem enfrentada exclusivamente por medidas
repressivas. O Atlas evidencia um fenômeno mais complexo, no qual fatores
sociais, econômicos, institucionais e urbanos se sobrepõem e influenciam
diretamente a dinâmica da violência. Mais do que explicar por que
Pindamonhangaba ocupa hoje posição de destaque nos indicadores de homicídios, o
desafio é compreender o que esses números revelam sobre as mudanças nas
dinâmicas da violência no interior paulista e no Brasil contemporâneo. O alerta
ultrapassa os limites do município: ignorar esses sinais significa permitir que
problemas estruturais continuem avançando antes mesmo de serem plenamente
compreendidos.
* Diretor de Projetos da Coordenadoria de Governança da
Atividade Delegada – Gabinete do Vice-Prefeito da Cidade de São Paulo
Formado em Gestão de Políticas Públicas pela USP
Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional
Graduando em História pela USP
Professor de Cursinho pré-vestibular em São Paulo
Contato: italocmantovani@gmail.com
Zona de Desenvolvimento Proximal em Vygotsky: o valor da interação social na aprendizagem
O conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) foi desenvolvido pelo psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896–1934) e é amplamente reconhecido no campo da educação. A ZDP consiste no espaço entre aquilo que o estudante já consegue realizar de forma autônoma e aquilo que ainda não consegue compreender sozinho, mas pode desenvolver com a mediação do educador. Nesse processo, a mediação pedagógica favorece o avanço da aprendizagem, promovendo gradativamente maior autonomia ao estudante, que passa a assumir papel protagonista em seu próprio aprendizado.
A
partir do conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), entende-se que a
aprendizagem não se inicia na escola, mas tem continuidade a partir das
experiências prévias da criança e do adolescente em diferentes contextos
sociais. Tais experiências constituem, ao mesmo tempo, requisitos e alavancas
para a posterior construção do conhecimento científico no ambiente escolar.
Urge, contudo, fomentar o debate acerca da dicotomia existente entre uma
educação monocultural — entendida como a predominância de saberes hegemônicos
que inviabilizam a diversidade cultural — e uma sociedade pluricultural,
marcada pela multiplicidade de formas de expressão, valores e hábitos que
coexistem em um mesmo território. Nesse contexto, o desafio não se limita a
posicionar-se contra práticas que acentuam o individualismo, mas consiste,
sobretudo, em disseminar o valor e a importância da interação social para a
aprendizagem.
O
conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) também carrega críticas
relacionadas à dificuldade de identificar, com precisão, a ZDP em grupos
heterogêneos presentes em sala de aula. Tal desafio pode comprometer o
planejamento e as intervenções pedagógicas realizadas durante o processo de
mediação, uma vez que o ponto de partida da aprendizagem — correspondente ao
nível real de desenvolvimento, isto é, aquilo que o estudante já sabe — e o
ponto de chegada — referente ao nível potencial, ou seja, aquilo que pode vir a
aprender — podem ser interpretados de maneira equivocada. Caberá ao professor
mediador, em conjunto com a equipe escolar, aprofundar os processos
diagnósticos, a fim de elaborar estratégias e ferramentas de ensino
personalizado, ensino cooperativo e uso de tecnologias educacionais,
oportunizando ao estudante condições mais adequadas para o desenvolvimento de
sua aprendizagem e amadurecimento intelectual.
Por
meio da interação e da mediação da aprendizagem em sala de aula, ocorre a
maximização do potencial de aprendizagem do estudante, promovendo
desenvolvimento cognitivo mais acelerado, autonomia, engajamento e motivação
para continuar aprendendo, evidenciando que o conhecimento é construído socioculturalmente.
Manter os esforços pedagógicos concentrados na Zona de Desenvolvimento Proximal
(ZDP) — compreendida como o espaço entre aquilo que o estudante já sabe e
aquilo que está prestes a aprender — favorece a construção de sentidos e a
formação de valores. A compreensão da relevância da ZDP por toda a coletividade
escolar oportuniza condições para a reestruturação da arquitetura educacional,
que pode deixar de se orientar por uma lógica gerencialista e performática de
ensino-aprendizagem e avaliação, passando a adotar uma perspectiva formativa,
sensível à dimensão sociocultural da aprendizagem. Uma Zona de Desenvolvimento
Proximal significativa e mediada não apenas é possível, como também necessária
para o presente.
Por Rodrigo Tarcha Amaral de Souza, diretor de
escola, licenciado em Pedagogia, MBA em Liderança e Coaching na Gestão de
Pessoas, Mestre e Doutor em Educação. E-mail: rodsouza@educa.pindamonhangaba.sp.gov.br







