Iniciativa leva atendimento preventivo, exames e atividades
educativas de saúde bucal para alunos da rede municipal no Distrito de Campos
Novos.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Prefeitura de Cunha lança projeto "Sorrisos na Serra" em parceria com a UniFUNVIC
-FASC e APAE fortalecem parceria durante visita à unidade de Cunha
A FASC, representada pelo vice-presidente Eduardo Aguiar, e a advogada das APAEs, Maria Paula, realizou uma visita à APAE de Cunha em um importante momento de troca de experiências, fortalecimento de vínculos institucionais e compartilhamento de boas práticas.
A visita reforça o compromisso das entidades com a promoção da inclusão
social, a defesa dos direitos das pessoas com deficiência e o fortalecimento do
trabalho realizado pelas APAEs em toda a região.
GIRO DA POLÍTICA
Há mais de 40 dias, a empresa Viva Pinda recebeu, por meio de programa do Governo Federal, coordenado pelo Ministério das Cidades, 14 novos ônibus equipados com tecnologias mais modernas, incluindo menor emissão de poluentes, elevadores de acessibilidade, ar-condicionado e internet Wi-Fi.
Apesar disso, os veículos ainda não entraram em operação e permanecem na garagem, para insatisfação dos usuários do transporte coletivo.
Enquanto isso, a Câmara de Pindamonhangaba aprovou o Projeto de Lei nº 131/2026, que amplia a flexibilidade do Executivo para realizar ajustes relacionados ao subsídio do transporte público. A preocupação dos usuários é que isso possa resultar em aumento de custos para os cofres públicos e, futuramente, no reajuste da tarifa, que já está entre as mais elevadas da região.
Diante desse cenário, quem parece estar sorrindo à toa é a concessionária do transporte coletivo.
- DE OLHO NO CARGO
Depois
das últimas ações consideradas por muitos como infelizes, dos acordos com
fornecedores e prestadores de serviços que não teriam sido cumpridos e das
declarações feitas durante audiência pública, quando teria admitido ter mais
experiência na advocacia do que na gestão pública, a secretária de Saúde,
Andreia Martins, demonstrou, na visão de críticos, falta de preparo para o
cargo. Nos bastidores do Palácio de Vidro, comentam-se possíveis mudanças na
pasta.
Por outro lado, o secretário-adjunto Filemon de Lima Silvano possui experiência
na gestão da saúde pública e já ocupou o cargo de secretário municipal de Saúde
em Piracicaba. Fique atenta, secretária.
- SUGESTÃO À ADMINISTRAÇÃO
DE PINDA
Estamos
sugerindo à Administração Municipal de Pindamonhangaba que estude a
possibilidade de entrar em contato com a operadora Vivo, proprietária do prédio
localizado na região central da cidade. Caso existam débitos de IPTU ou haja
interesse na utilização do imóvel, o local poderia ser uma alternativa adequada
para abrigar a Secretaria Municipal de Saúde.
A localização é estratégica, próxima à Santa Casa, clínicas médicas,
Pronto-Socorro e Farmácia Central, facilitando o acesso da população e
permitindo que a secretaria deixe o imóvel alugado no Alto do Cardoso, cujo
custo certamente não deve ser baixo.
Outra sugestão refere-se ao prédio construído em Moreira César para funcionar
como rodoviária. Após permanecer por anos como um verdadeiro "elefante
branco", o espaço passou a abrigar um centro logístico. No entanto,
poderia ser avaliada sua utilização para a instalação de uma creche em período
integral, atendendo uma importante demanda daquela região.
- COMO FICOU O TRANSPORTE DA
SAÚDE?
No entanto, segundo informações apuradas, a atual gestão da Secretaria de Saúde ainda não teria regularizado pagamentos referentes a débitos antigos com prestadores de serviços e também haveria notas fiscais deste ano em atraso.
É dessa forma que o transporte emergencial da saúde do município está sendo tratado? A população espera uma gestão eficiente da saúde pública e respostas para problemas que afetam diretamente os pacientes.
-
CLIMA ESQUENTA NA CÂMARA DE PINDA
Agora
outro embate jurídico vai envolver a vereadora Ana Paula e a mesa diretora. Uma
coisa e certa : Se correr bicho pega e se ficar bicho come mas que uma coisa e
certa os vereadores da base aliada com Totáro e sem Totáro na assessoria está
na mira do blogueiro .
sexta-feira, 5 de junho de 2026
CARDAPIO DESTA SEXTA FEIRA - ABENÇOADA
Bom dia
Cardápio do dia
Misturas
✅ Picadinho
✅ filé de frango empanado
✅ Bife de fígado acebolado
✅ Lasanha a bolonhesa
✅Frango ensopado com polenta
✅ Carne moida com batata
✅ Sardinha frita
Guarnições
✅ Arroz
✅ Arroz primavera
✅feijão
✅ Feijão preto
✅ Tutu de feijão
✅ macarrão
✅ Farofa
✅ Bolinho de arroz
✅ Batata frita
✅ Pimentão
✅Cenoura
✅ Jiló
Salada
✅ Alface
✅ Beterraba
✅ Mista
✅ Repolho
PINDAMONHANGABA E A NOVA GEOGRAFIA DOS HOMICÍDIOS
Ítalo do Couto
Mantovani*
Por
décadas, a violência urbana foi associada principalmente às grandes metrópoles
brasileiras, marcadas por elevada densidade populacional e profundas
desigualdades sociais. Os dados do Atlas da Violência 2026, entretanto, revelam
uma mudança significativa: a violência letal deixou de ser um fenômeno
concentrado apenas nos grandes centros e passou a atingir com intensidade
crescente cidades de médio porte, colocando novos territórios no centro do
debate sobre segurança pública.
Pindamonhangaba
surge como um dos exemplos mais emblemáticos dessa mudança. Com aproximadamente
172 mil habitantes (estimativa IBGE), o município da Região Metropolitana do
Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVPLN) registrou a maior taxa de homicídios
estimados entre as cidades paulistas com mais de 100 mil habitantes: 27,9
mortes por 100 mil habitantes. O número coloca a cidade à frente de municípios
tradicionalmente associados a maiores índices de violência, como Embu das Artes
(26,6) e Itapecerica da Serra (26,2). Os dados ganham ainda maior relevância
quando analisados em profundidade. Em 2024, foram registrados oficialmente 29
homicídios em Pindamonhangaba. Entretanto, a metodologia do Atlas incorpora uma
variável que amplia significativamente a compreensão do problema: os chamados
homicídios ocultos (Homicídios ocultos são mortes inicialmente classificadas
como causas indeterminadas, mas que apresentam alta probabilidade de
corresponder a homicídios não identificados oficialmente). Foram identificados
mais 19 casos classificados inicialmente como mortes violentas por causa
indeterminada, elevando o total estimado para 48 homicídios, isto é, quase 40%
das mortes violentas estimadas no município revelam limitações na identificação
da violência letal, impactando diretamente políticas públicas, investimentos e
a compreensão da criminalidade.
Entretanto,
o cenário de Pindamonhangaba não deve ser interpretado como uma realidade
isolada. A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVPLN) apresenta
um quadro estatístico que merece atenção. Nove das quinze cidades paulistas com
maiores taxas de homicídios entre os cem maiores municípios do estado pertencem
à região. Guaratinguetá aparece com taxa estimada de 23,8 homicídios por 100
mil habitantes; Caraguatatuba registra 19,8; enquanto levantamentos regionais
indicam Lorena com 33 vítimas por 100 mil habitantes, Cruzeiro com 25,35 e
Ubatuba com 24,74.
Esses
números sugerem que determinados fatores regionais podem estar influenciando a
dinâmica da violência local. Curiosamente, a própria região oferece um
contraponto relevante, São José dos Campos, maior município da RMVPLN, com
população superior a 725 mil habitantes (estimativa IBGE), registrou taxa de apenas
5,9 homicídios por 100 mil habitantes. O município aparece entre as cidades
brasileiras de grande porte com menores índices de violência letal, ocupando a
15ª posição nacional entre os municípios mais seguros, ou seja, o contraste é
expressivo. Enquanto Pindamonhangaba registra índice próximo de 28 homicídios
por 100 mil habitantes, São José dos Campos apresenta taxa quase cinco vezes
menor. A comparação rompe uma interpretação simplificada segundo a qual cidades
maiores seriam necessariamente mais violentas.
Os
próprios dados nacionais reforçam essa conclusão. Em 2024, municípios médios (aqueles
com população entre 100 mil e 500 mil habitantes) apresentaram média de 24,1
homicídios por 100 mil habitantes, superando os municípios grandes, cuja taxa
média foi de 23,2, e os pequenos, com 19,7. Para o próprio Atlas a evidência
sugere que municípios intermediários enfrentam desafios específicos. Essas
cidades frequentemente experimentam expansão econômica e crescimento
demográfico em ritmo mais acelerado que a capacidade de ampliação da
infraestrutura urbana e das políticas públicas. A pressão sobre serviços
sociais, segurança, mobilidade e planejamento urbano tende a aumentar
significativamente.
Ao
mesmo tempo, o cenário nacional apresenta sinais aparentemente positivos. O
Brasil registrou em 2024 a menor taxa oficial de homicídios desde 2014: 20,1
mortes por 100 mil habitantes, totalizando 42.590 homicídios. Trata-se de
redução de 7,4% em comparação ao ano anterior e de uma queda acumulada de 32,8%
em relação ao início da série histórica. Porém, essa melhora nacional exige
cautela, entre 2023 e 2024, os homicídios ocultos no país cresceram 88,6%, passando
de 3.755 para 7.083 casos. Atualmente, essas ocorrências representam 14,3% dos
homicídios estimados nacionais, percentual quase duas vezes superior ao
observado no ano anterior. Isso significa que, embora os indicadores oficiais
apontem redução da violência, parte desse avanço pode estar sendo influenciada
por dificuldades de classificação das mortes violentas.
Diante desse cenário,
Pindamonhangaba deixa de representar apenas uma posição em um ranking estadual
e passa a simbolizar desafios enfrentados por cidades médias brasileiras. Os
dados demonstram que a violência não pode mais ser entendida como um problema
restrito às grandes metrópoles, nem enfrentada exclusivamente por medidas
repressivas. O Atlas evidencia um fenômeno mais complexo, no qual fatores
sociais, econômicos, institucionais e urbanos se sobrepõem e influenciam
diretamente a dinâmica da violência. Mais do que explicar por que
Pindamonhangaba ocupa hoje posição de destaque nos indicadores de homicídios, o
desafio é compreender o que esses números revelam sobre as mudanças nas
dinâmicas da violência no interior paulista e no Brasil contemporâneo. O alerta
ultrapassa os limites do município: ignorar esses sinais significa permitir que
problemas estruturais continuem avançando antes mesmo de serem plenamente
compreendidos.
* Diretor de Projetos da Coordenadoria de Governança da
Atividade Delegada – Gabinete do Vice-Prefeito da Cidade de São Paulo
Formado em Gestão de Políticas Públicas pela USP
Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional
Graduando em História pela USP
Professor de Cursinho pré-vestibular em São Paulo
Contato: italocmantovani@gmail.com
Zona de Desenvolvimento Proximal em Vygotsky: o valor da interação social na aprendizagem
O conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) foi desenvolvido pelo psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896–1934) e é amplamente reconhecido no campo da educação. A ZDP consiste no espaço entre aquilo que o estudante já consegue realizar de forma autônoma e aquilo que ainda não consegue compreender sozinho, mas pode desenvolver com a mediação do educador. Nesse processo, a mediação pedagógica favorece o avanço da aprendizagem, promovendo gradativamente maior autonomia ao estudante, que passa a assumir papel protagonista em seu próprio aprendizado.
A
partir do conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), entende-se que a
aprendizagem não se inicia na escola, mas tem continuidade a partir das
experiências prévias da criança e do adolescente em diferentes contextos
sociais. Tais experiências constituem, ao mesmo tempo, requisitos e alavancas
para a posterior construção do conhecimento científico no ambiente escolar.
Urge, contudo, fomentar o debate acerca da dicotomia existente entre uma
educação monocultural — entendida como a predominância de saberes hegemônicos
que inviabilizam a diversidade cultural — e uma sociedade pluricultural,
marcada pela multiplicidade de formas de expressão, valores e hábitos que
coexistem em um mesmo território. Nesse contexto, o desafio não se limita a
posicionar-se contra práticas que acentuam o individualismo, mas consiste,
sobretudo, em disseminar o valor e a importância da interação social para a
aprendizagem.
O
conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) também carrega críticas
relacionadas à dificuldade de identificar, com precisão, a ZDP em grupos
heterogêneos presentes em sala de aula. Tal desafio pode comprometer o
planejamento e as intervenções pedagógicas realizadas durante o processo de
mediação, uma vez que o ponto de partida da aprendizagem — correspondente ao
nível real de desenvolvimento, isto é, aquilo que o estudante já sabe — e o
ponto de chegada — referente ao nível potencial, ou seja, aquilo que pode vir a
aprender — podem ser interpretados de maneira equivocada. Caberá ao professor
mediador, em conjunto com a equipe escolar, aprofundar os processos
diagnósticos, a fim de elaborar estratégias e ferramentas de ensino
personalizado, ensino cooperativo e uso de tecnologias educacionais,
oportunizando ao estudante condições mais adequadas para o desenvolvimento de
sua aprendizagem e amadurecimento intelectual.
Por
meio da interação e da mediação da aprendizagem em sala de aula, ocorre a
maximização do potencial de aprendizagem do estudante, promovendo
desenvolvimento cognitivo mais acelerado, autonomia, engajamento e motivação
para continuar aprendendo, evidenciando que o conhecimento é construído socioculturalmente.
Manter os esforços pedagógicos concentrados na Zona de Desenvolvimento Proximal
(ZDP) — compreendida como o espaço entre aquilo que o estudante já sabe e
aquilo que está prestes a aprender — favorece a construção de sentidos e a
formação de valores. A compreensão da relevância da ZDP por toda a coletividade
escolar oportuniza condições para a reestruturação da arquitetura educacional,
que pode deixar de se orientar por uma lógica gerencialista e performática de
ensino-aprendizagem e avaliação, passando a adotar uma perspectiva formativa,
sensível à dimensão sociocultural da aprendizagem. Uma Zona de Desenvolvimento
Proximal significativa e mediada não apenas é possível, como também necessária
para o presente.
Por Rodrigo Tarcha Amaral de Souza, diretor de
escola, licenciado em Pedagogia, MBA em Liderança e Coaching na Gestão de
Pessoas, Mestre e Doutor em Educação. E-mail: rodsouza@educa.pindamonhangaba.sp.gov.br
Vereador Renato Cebola pede informações a prefeitura sobre infraestrutura do bairro do Goiabal
O vereador Renato Cebola protocolou o Requerimento nº 1158/2026 solicitando à Prefeitura de Pindamonhangaba informações e providências urgentes para solucionar problemas de infraestrutura enfrentados pelos moradores do bairro Goiabal. Entre as principais demandas estão melhorias nas vias públicas, abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica e a recuperação da entrada do bairro, que atualmente apresenta condições precárias de acesso.
Segundo o parlamentar, moradores têm relatado dificuldades
constantes devido à situação das estradas, especialmente na entrada do bairro,
onde há grande quantidade de buracos, lama e problemas de trafegabilidade.
Embora alguns trechos tenham recebido manutenção com passagem de máquina, os
serviços realizados não têm apresentado durabilidade suficiente, principalmente
após períodos de chuva.
De acordo com os relatos da comunidade, as melhorias acabam
sendo rapidamente comprometidas pelas condições climáticas, fazendo com que as
vias retornem ao estado precário em pouco tempo. Essa situação tem gerado
transtornos para motoristas, moradores e produtores rurais que dependem
diariamente do acesso ao bairro.
Além dos problemas viários, o requerimento também destaca as
frequentes reclamações relacionadas à falta de água e às constantes
interrupções no fornecimento de energia elétrica, fatores que afetam
diretamente a qualidade de vida da população local.
No documento, Renato Cebola solicita que o Executivo informe
se existe planejamento para a realização de recapeamento ou obras definitivas
nas vias do Goiabal, especialmente na entrada do bairro. Também questiona sobre
a previsão de melhorias na drenagem, medidas para solucionar os problemas de
abastecimento de água, ações junto à concessionária responsável pela energia
elétrica e a existência de um cronograma permanente de manutenção para a
região.
“O Goiabal é um bairro importante e seus moradores merecem
infraestrutura adequada e serviços públicos de qualidade. Nosso objetivo é
buscar soluções duradouras para os problemas que a comunidade enfrenta há
bastante tempo”, destacou o vereador.
Agora, o requerimento aguarda resposta do Executivo
Municipal, que deverá prestar esclarecimentos sobre as medidas previstas e os
prazos para atendimento das reivindicações apresentadas.
Vereador Renato Cebola — compromisso com o futuro.
Vereador Norberto cobra mais investimentos em segurança pública para Pindamonhangaba
O vereador Norberto voltou a defender o fortalecimento da
segurança pública em Pindamonhangaba após muitas reclamações de munícipes sobre
a necessidade de ampliar as ações de proteção à população.
Segundo o parlamentar, a segurança deve voltar a ser uma das
principais prioridades do município. Embora reconheça a importância do
monitoramento por câmeras, Norberto destaca que a tecnologia, sozinha, não é
suficiente para garantir a tranquilidade dos moradores.
“O cidadão quer se sentir seguro ao sair de casa, caminhar
pelas ruas e levar sua família aos espaços públicos. As câmeras ajudam, mas é
preciso ter mais presença nas ruas, mais patrulhamento e ações efetivas de prevenção”,
afirmou.
O vereador ressaltou ainda a necessidade de investimentos
contínuos na área, com planejamento, estrutura e fortalecimento das forças de
segurança. Para ele, a atuação preventiva é fundamental para reduzir
ocorrências e aumentar a sensação de segurança da população.
Norberto também defendeu a ampliação da presença da Guarda
Civil Metropolitana nos bairros e a intensificação das rondas em pontos
considerados estratégicos da cidade, contribuindo para a proteção dos moradores
e do patrimônio público.
“Segurança se faz com tecnologia, mas também com
investimento, planejamento e prevenção. Nossa cidade merece voltar a ser um
lugar onde as famílias possam viver com tranquilidade”, destacou o vereador.
O parlamentar reforçou que continuará cobrando do poder
público medidas e investimentos que fortaleçam a segurança em Pindamonhangaba,
atendendo uma das principais demandas apresentadas pela população.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
O.S. FÊNIX DO BRASIL SAÚDE JÁ EFETUOU O PAGAMENTO DE SEUS FUNCIONÁRIOS DO P.S. DE PINDA
Como acontece religiosamente todos os meses, a organização social Fênix do Brasil Saúde, responsável pela administração do Pronto Socorro de Pinda, já efetuou o pagamento dentro do período determinado pela CLT — ao contrário de muitas que atuam na cidade e na região.
Com isso, a instituição demonstra seu compromisso com a valorização dos colaboradores. Segundo a direção da entidade, é fundamental que a equipe trabalhe com tranquilidade e segurança, tendo seus direitos trabalhistas rigorosamente respeitados.
Além disso, investimentos constantes estão sendo realizados no Pronto Socorro de Pinda, sempre visando o melhor para a população, cumprindo o compromisso firmado com a prefeitura desde o início das atividades na cidade.






