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quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Latrocínio é registrado em residência no bairro Lago Azul, em Pindamonhangaba

 



A Polícia Militar atendeu, na noite desta terça-feira (25), uma ocorrência de latrocínio — roubo seguido de morte — em uma residência localizada no Acesso 06, no bairro Lago Azul/Goiabal, em Pindamonhangaba.

A equipe do 5º BPM/I foi acionada via COPOM para averiguação de um roubo à residência. Durante o deslocamento, os policiais foram informados de que uma equipe do SAMU já estava no local e havia constatado o óbito de um dos moradores. Segundo os socorristas, a vítima não apresentava ferimentos por arma de fogo ou arma branca. A causa da morte, ainda não esclarecida, possivelmente estaria relacionada a um problema cardíaco sofrido durante a ação criminosa.

No local, os policiais fizeram contato com a esposa da vítima , que apresentava ferimentos no rosto. Ela relatou que dois indivíduos invadiram a casa, anunciaram o assalto e a amarraram e vendaram, enquanto subtraíam pertences do casal. Ela informou que não viu o que ocorreu com seu companheiro, Alessandro Maurício da Silva, encontrado já caído ao solo e sem vida.

Os criminosos fugiram levando um veículo da família — um JAC Motors, placas OIB-1C35 — além de televisões, uma bolsa com documentos e cartões bancários, e aproximadamente R$ 200 em dinheiro.

A ocorrência foi apresentada no 1º Distrito Policial de Pindamonhangaba, onde a autoridade de plantão registrou boletim de latrocínio. O local foi preservado pela Polícia Militar até a conclusão dos trabalhos da Polícia Científica. A perícia esteve presente com equipe especializada e realizou levantamento dos vestígios.

As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil, que tenta identificar os autores do crime

CONFIRA OS RESULTADOS DO FINAL DE SEMANA E A CLASSIFICAÇÃO GERAL DAS EQUIPES CLASSIFICADAS

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL DAS EQUIPES CLASSIFICADAS


1° FERROVIÁRIA 

2° VILA SÃO JOSÉ 

3° CIDADE JARDIM 

4° ESTRELA 

5° COLORADO 

6° SANTA LUZIA 

7° UNIÃO NOVA ESPERANÇA  

8° JARDIM IPIRANGA 

9° LOKO É POKO 

10° TIPES

11° AZEREDO 

12° MARCA DA PROMESSA


CARDÁPIO DESTA QUARTA FEIRA ABENÇOADA

 Bom dia cardápio do dia



Bom dia cardápio do dia

Misturas

✅ Picadinho
✅ fricasse de frango 
✅ Linguiça com ovo frito 
✅ sardinha frita
✅ Bife de pernil com ovo frito 
✅ File frango 
✅ carne moída com batata 
✅ Frango ensopado com polenta 



 



Guarnições 

✅ Arroz 
✅ Arroz primavera 
✅ Feijão 
✅ Feijão preto 
✅ Polenta
✅ Macarrão 
✅ Farofa
✅ Batata frita 
✅ Bolinho de arroz
✅ Jiló 
✅ Vagem com cenoura
✅ Abóbora cabotia
 
 

 Saladas

✅ Alface
✅ Mista
✅ Repolho
✅ Pepino


 
Deus abençoe nosso dia

Vem ai a 42° ARTE DA GENTE " FEIRA DE ARTESANATO " ESPECIAL DE NATAL


 

Treinamento de Primeiros Socorros para Profissionais da Saúde é realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros



A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta semana um importante treinamento de capacitação em Primeiros Socorros para os profissionais da rede de saúde. A ação foi promovida em parceria com o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, reforçando o compromisso conjunto com a segurança, o preparo e o cuidado à população.

Durante o treinamento, os participantes tiveram a oportunidade de aprender e praticar técnicas essenciais de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e atendimento inicial em situações de emergência, contribuindo para uma atuação mais ágil e eficiente em casos de parada cardiorrespiratória.

Além disso, o encontro também abordou o novo protocolo de atendimento a casos de engasgo, recentemente divulgado, garantindo que as equipes estejam atualizadas com as orientações mais atuais e seguras para intervenção imediata.

A capacitação teve caráter prático e educativo, fortalecendo a habilidade técnica dos profissionais e promovendo ainda mais segurança no atendimento diário à população.

A Prefeitura de Potim agradece ao Corpo de Bombeiros pela parceria e reafirma seu compromisso em investir continuamente na formação e qualificação dos servidores, garantindo um cuidado mais humano, preparado e eficiente para todos.

Chegada do Papai Noel em Tremembé hoje


 

DA FLORESTA ÀS CIDADES: QUANDO O CLIMA VIRA CASO DE SEGURANÇA PÚBLICA



 

Ítalo do Couto Mantovani*

 

A crise ambiental deixou de ser tratada como um problema restrito a ecossistemas distantes e se tornou um fator central de instabilidade social, econômica e política, afetando diretamente a segurança pública no Brasil. A devastação ambiental, a disputa por territórios e a expansão de economias ilícitas formam um conjunto de tensões que atravessam o país e revelam que o colapso climático não é apenas uma questão ecológica: é um motor silencioso de violência, precarização e desordem. Quando florestas são destruídas, rios contaminados e terras capturadas por grupos ilegais, cria-se um ambiente fértil para redes criminosas que se alastram como trilhas de pólvora, conectando periferias urbanas, fronteiras amazônicas e regiões industriais.

A COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), realizada em Belém entre 10 e 21 de novembro de 2025, expôs ao mundo, de forma contundente, a interdependência cada vez mais evidente entre clima, território e segurança pública. Com a presença de mais de 190 delegações internacionais, cerca de 50 mil participantes e 1,6 mil lideranças indígenas de nove países amazônicos, o evento transformou a floresta no centro da diplomacia climática global. Mais do que discutir metas de carbono, a conferência explicitou que a Amazônia deixou de ser tratada como um problema ambiental e se tornou o coração geopolítico que molda a governabilidade do Brasil. Entre anúncios de investimentos verdes, protestos indígenas por demarcação e debates sobre transição energética justa, emergiu uma verdade incômoda: a crise climática brasileira tem fronteiras, rotas logísticas, facções e armas. Ela se materializa em mercados paralelos que financiam grupos ilegais, alimentam disputas territoriais, ampliam desigualdades e fragilizam instituições. Se a floresta está sob ataque, também estão as cidades que orbitam seus fluxos econômicos — da fronteira amazônica às regiões metropolitanas e industriais do Sudeste — todas conectadas pela mesma teia de pressões ambientais, vulnerabilidades sociais e redes criminosas que se expandem à medida que o clima se desestabiliza.

É nesse contexto que o relatório “Amazônia em Disputa”, produzido pelo Instituto Igarapé, se torna um documento-chave para compreender o país. O estudo mostra que a floresta funciona como um território em disputa permanente, onde avançam redes de garimpo ilegal, extração clandestina de madeira, grilagem de terras e narcotráfico. Em diversas áreas, grupos armados substituem o Estado: regulam atividades, controlam fluxos econômicos e determinam quem vive, quem circula e quem morre. Esse ecossistema violento, embora concentrado na região amazônica, produz impactos que irradiam para outras regiões, reorganizando dinâmicas criminosas e ampliando vulnerabilidades urbanas.

A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte é um exemplo claro dessa conexão nacional. Região estratégica entre Rio e São Paulo, marcada por crescimento urbano acelerado, pressão sobre áreas de mananciais e desigualdades internas, o Vale já sente reverberações desse cenário mais amplo. Nessa Região, quem de nós já não observou em algum dos 39 municípios a intensificação de conflitos por uso do solo, a fragilização de áreas ambientais, a expansão desordenada da malha urbana e a vulnerabilização de comunidades periféricas expostas a enchentes, calor extremo, falta de infraestrutura e abandono do poder público,  fatores que, combinados, ampliam o terreno onde o crime organizado se infiltra, aproveitando-se de brechas sociais e territoriais.

Nesse quadro, os municípios deixam de ser espectadores e passam a ser agentes decisivos na construção de respostas. É no nível local que se materializam as primeiras linhas de defesa contra a degradação ambiental, a expansão criminosa e a vulnerabilidade social. No Vale do Paraíba, políticas municipais de segurança precisam reconhecer que proteger o território é também proteger as pessoas, e que segurança pública não pode mais ser entendida apenas como policiamento ou repressão. A integração entre gestão ambiental, planejamento urbano e prevenção social é a única estratégia capaz de produzir resultados duradouros.

Isso significa investir em monitoramento territorial, combater ocupações irregulares, proteger áreas de mananciais e usar tecnologia para identificar zonas de risco e prevenir desastres. Significa também criar programas robustos para juventudes vulneráveis, ampliando oportunidades de educação, cultura e trabalho que reduzam a adesão às redes criminosas. A Guarda Civil pode desempenhar um papel ampliado, atuando em prevenção ambiental, mediação territorial e apoio a ações de resiliência urbana, fortalecendo a presença do Estado em áreas onde sua ausência alimenta a insegurança.

Além disso, o planejamento urbano precisa ser tratado como política de segurança: controlar a expansão desordenada, qualificar habitações, reduzir ilhas de calor e garantir saneamento e mobilidade são medidas que reduzem conflitos e fortalecem o tecido social. O que se desenha, portanto, é um novo paradigma. O Brasil não enfrenta apenas uma crise ambiental; enfrenta uma reorganização profunda de seus territórios e de seus riscos. Para os municípios do Vale do Paraíba, como Pindamonhangaba, compreender essa dinâmica e agir de forma integrada é a diferença entre reagir ao caos ou construir um futuro mais seguro, sustentável e resiliente. O meio ambiente, hoje, é o eixo estruturante da segurança pública e ignorar isso é deixar o terreno livre para que a violência se enraíze onde o Estado falha em proteger, planejar e cuidar.

Em síntese, o Brasil entrou numa era em que clima, território e segurança já não podem ser pensados separadamente. A crise ambiental acelera desigualdades, enfraquece instituições e redesenha a geografia da violência, exigindo que municípios deixem de atuar como administradores reativos e se tornem planejadores estratégicos do futuro. No Vale do Paraíba, reconhecer essa nova realidade é mais do que um imperativo técnico: é uma escolha política que definirá se a região seguirá vulnerável às pressões combinadas da degradação e do crime ou se avançará na construção de cidades capazes de proteger suas populações e seus ecossistemas. O desafio é enorme, mas a oportunidade também  e ignorá-la não é mais uma opção.

 

* Diretor da Divisão de Estudos e Monitoramento da Coordenadoria da Atividade Delegada – Gabinete do Vice-Prefeito da Cidade de São Paulo

Formado em Gestão de Políticas Públicas pela USP

Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional

Graduando e História pela USP

Professor de Cursinho pré-vestibular em São Paulo

Contato: italocmantovani@gmail.com

Natal Solidário leva alegria e esperança para crianças de Pindamonhangaba


 

O espírito natalino ganha ainda mais força neste ano com a realização do Natal Solidário, uma iniciativa que reúne voluntários em um gesto de amor e solidariedade para levar alegria às crianças de Pindamonhangaba. A ação, marcada para o dia 7 de dezembro, convida toda a comunidade a participar com doações e a se engajar na entrega dos presentes.

A campanha incentiva a doação de brinquedos novos ou usados, doces e qualquer outro item que o coração desejar oferecer. O objetivo é alcançar o maior número possível de crianças, proporcionando um Natal mais doce, feliz e cheio de esperança.

A entrega será realizada por um grupo de voluntários caracterizados com trajes natalinos, incluindo Papai Noel e seus ajudantes, reforçando o clima acolhedor e festivo. A concentração da equipe acontecerá às 9h, na Praça São Cristóvão, no bairro Alto Cardoso. De lá, o grupo seguirá em direção ao Bairro da Cerâmica, onde as doações serão distribuídas.

A iniciativa, que já se tornou tradição entre os organizadores, busca promover não apenas a entrega de presentes, mas também a união da comunidade em um momento de celebração e solidariedade.

Quem deseja colaborar pode contribuir com doações antecipadas ou participar no dia, acompanhando o percurso e ajudando a espalhar sorrisos por onde a caravana natalina passar.

O Natal Solidário é um convite para que todos se tornem parte desta corrente do bem, reforçando o verdadeiro significado da data: compartilhar amor, cuidado e esperança.

MAIS INFORMAÇÕES: (12) 974100556 COM ROSANA 

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Protótipo Avaliativo da Educação Básica

             As décadas de 1980 e 1990 foram períodos de entusiasmo político no Brasil, devido à redemocratização do país, tendo favorecido intenso debate nos campos da cultura e educação. A evolução da estrutura da avaliação da Educação Superior e Educação Básica no Brasil foi resultado de uma série de discussões a respeito da temática da avaliação em âmbito nacional e internacional, tendo sido gerado programas de avaliação, com a finalidade de produzir indicadores para replanejamento da educação nacional.

            No campo da Educação Superior, seguiu-se a linha histórica de criação de sistemas de avaliação descentralizados, como o Programa da Reforma Universitária (PARU, 1983), e depois, o Programa de avaliação institucional das universidades brasileiras (PAIUB, 1993), sendo instituído, em 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Ainda existente, trata-se de um programa formativo e regulatório centralizado, com o objetivo de assegurar o processo de avaliação das instituições de Educação Superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de seus estudantes.

            No campo da Educação Básica, desde o ano de 1990, é aplicado o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), pelo Governo Federal, tendo sido realizado aprimoramentos teórico-metodológicos, ao longo das edições. Tem como finalidade avaliar o desempenho dos estudantes nas etapas dos 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio, a fim de contribuir para a melhoria do ensino e aprendizagem nas áreas de educação. A partir do ano de 2007, os dados coletados do SAEB passaram a ser utilizados para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), tornando evidente o nível de aprendizagem dos alunos no Brasil, em uma série histórica.

            A lei do SINAES, na Educação Superior, prevê avaliação institucional por meio de instrumentos diversificados, sendo autoavaliação conduzida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), e visita in loco, por comissão de avaliadores externos, do Banco de Avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), somado aos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). Já a lei do SAEB, na Educação Básica, prevê aplicação de avaliação externa de larga escala, cujas médias de desempenho dos estudantes são vinculadas com as taxas de aprovação, reprovação e abandono do ciclo avaliativo, gerando o IDEB do ano correspondente.

            A avaliação da Educação Superior é mais aprofundada e específica, o que torna a visita in loco indispensável, para verificar a infraestrutura, qualificação do corpo docente, organização didático-pedagógica e cumprimento da avaliação institucional realizada pela CPA, conformando-se como sistema de avaliação macro estrutural; já a avaliação da Educação Básica, guiada pelo pressuposto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, 1996), preocupa-se mais com o desenvolvimento do indivíduo ao longo do processo, cujas avaliações devem ser contínuas e qualitativas, no ambiente escolar, para acompanhar a aprendizagem do aluno, o que erroneamente justifica um Sistema de Avaliação da Educação Básica, restrito à coleta de dados de rendimento escolar, por meio de uma prova bienal de conteúdo padrão para a federação, sem contextualização local, o que o torna superficial como instrumento de análise da Educação Básica.

            Entende-se que avaliação in loco no ambiente escolar é recomendável, embora seja desafiador regulamentar visita in loco em todas as escolas do país de modo equitativo, haja vista o volume massivo dessas instituições, sugerindo barreiras de ordem financeira para subsídio de capacitações e logística de comissões avaliadoras. Contexto que leva a pensar que a ausência de visualização e entendimento do real cenário escolar, compreendendo-se regulamentação e condições de ensino, está relacionado ao método de avaliação da Educação Básica. Evidencia-se, portanto, certa compreensão do poder público e sociedade civil de que a educação é concebida como investimento, mas assumida como gasto. Sistema de avaliação da Educação Básica, com inclusão de avaliação institucional (autoavaliação e visita in loco), é possível e é para hoje!

             Por Rodrigo Tarcha Amaral de Souza, licenciado em Filosofia, História e Pedagogia, Mestre e Doutor em Educação, Diretor da Escola Municipal Serafim Ferreira – “Sr. Sara”.



 

terça-feira, 25 de novembro de 2025

CARDÁPIO DESTA TERÇA FEIRA


 Bom dia cardápio do dia

Misturas

✅ Picadinho

✅ bife de fígado acebolado

✅ Bisteca de porco com ovo frito 

✅ Panquecas de carne

✅ File frango 

✅ carne moída com batata 

✅ Frango ensopado com polenta 



 Guarnições 

✅ Arroz 

✅ Arroz primavera 

✅ Feijão 

✅ Feijão preto 

✅ Polenta

✅ Macarrão 

✅ Farofa

✅ Batata frita 

✅ Bolinho de arroz

✅ Abobrinha 

✅ Quibebe

✅ Batata salsa

 

  Saladas

✅ Alface

✅ Mista

✅ Acelga

✅ Couve  

✅ Couve flor