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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Parecer do MPT fortalece atuação sindical e representa importante vitória para Érika e o SindServ

Ministério Público do Trabalho defende o trancamento de processo disciplinar e reforça que cobrar, fiscalizar e denunciar também faz parte da liberdade sindical

Uma importante vitória na defesa da liberdade sindical foi alcançada pelo SindServ ao lado da dirigente sindical Érika Fernanda Cândido Pinto.

Em parecer apresentado no processo que questiona o procedimento disciplinar instaurado contra a servidora, o Ministério Público do Trabalho (MPT) manifestou-se pela concessão da segurança e pelo trancamento do processo, entendendo que não é legítimo utilizar o poder disciplinar da Administração para investigar ou punir uma servidora por exercer seu direito de denunciar, fiscalizar e criticar questões relacionadas ao poder público.

O caso envolve manifestações da líder sindical Erika sobre temas de interesse público, incluindo questões relacionadas à alimentação escolar, condições de unidades de ensino, trabalhadores terceirizados e atuação da Administração Municipal.

 

Liberdade sindical também é poder cobrar

O parecer reforça que servidores e entidades sindicais possuem papel legítimo na fiscalização e no controle social da Administração Pública.

Para o MPT, o direito de manifestação e de petição permite que servidores denunciem possíveis irregularidades, façam críticas e cobrem providências, desde que não exista abuso ou ilícito efetivamente comprovado.

Para o SindServ, esse entendimento é fundamental: a liberdade sindical não pode existir apenas no papel. Ela precisa garantir que dirigentes tenham condições de representar os trabalhadores, questionar decisões administrativas e defender o serviço público sem medo de retaliações.

 

Uma vitória de Érika e de toda a categoria

Embora o parecer ainda não represente a decisão final do processo, seu conteúdo é um importante reconhecimento da legitimidade da atuação sindical.

Ao defender o trancamento do procedimento, o MPT reforça que críticas, reivindicações e denúncias fazem parte da atuação de quem representa trabalhadores e que o poder disciplinar não pode ser utilizado como instrumento de intimidação ou silenciamento.

Para o SindServ, defender Érika é também defender o direito de toda a categoria de ter representantes livres para falar, fiscalizar, questionar e reivindicar.

O SindServ segue ao lado de sua dirigente e de cada servidor que acredita que defender o serviço público e lutar por melhores condições de trabalho não pode ser motivo de intimidação.

 

Essa luta vai além de um processo. É pela garantia de que a voz dos servidores continue sendo ouvida.

 SindServ — sindicato presente, atuante e ao lado do servidor.

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