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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Do voluntariado à Câmara: Maria Paula consolida atuação em defesa das APAEs e da inclusão em São Paulo

 

Com uma trajetória fortemente marcada pela área jurídica e educacional, a vereadora e professora universitária Maria Paula vem se destacando como uma das principais vozes na defesa das pessoas com deficiência no estado. Mestre em Direito Constitucional pela PUC-SP e advogada das APAEs paulistas, ela transformou sua experiência técnica em conquistas práticas para a população. 

Em seu mandato na Câmara de Araraquara, foi autora da Lei nº 11.635, que estabeleceu um protocolo de saúde pública voltado à pessoa autista, e da Lei nº 11.898, que garante prioridade e atendimento especializado na rede pública para pessoas com diabetes. 

Agora, como pré-candidata a deputada estadual, Maria Paula projeta levar essa pauta para a Assembleia Legislativa, defendendo o reconhecimento legal definitivo das APAEs como instituições de educação e saúde, além de prioridade de atendimento para mães atípicas. 

Maria Paula pauta mandato no combate efetivo ao feminicídio 

A violência contra a mulher, classificada por ela como uma verdadeira pandemia silenciosa, é o cerne de uma das atuações mais firmes de Maria Paula. Antes mesmo de assumir o cargo de vereadora em Araraquara com 3.495 votos, ela já atuava diretamente na linha de frente como advogada voluntária no amparo a vítimas de violência doméstica. 

No legislativo municipal, transformou o compromisso em lei ao aprovar a Lei nº 11.961, voltada ao combate efetivo ao feminicídio. "Somos o grito das que não estão mais aqui", afirma a parlamentar, que defende a ampliação de redes de acolhimento, proteção jurídica e suporte psicológico contínuo para mulheres em situação de vulnerabilidade em todo o estado de São Paulo.

Quem é Maria Paula? Conheça a jovem defensora dos trabalhadores e da educação paulista 

Aos 26 anos, Maria Paula carrega a vivência de quem conhece de perto a realidade do trabalhador e a importância da educação. Filha de professores, começou a trabalhar aos 16 anos como auxiliar administrativa em uma clínica médica. 

Formada em Direito, tornou-se professora e coordenadora universitária, destacando-se logo cedo ao reorganizar a Faculdade Logatti para evitar o desfecho do fechamento da instituição, protegendo o emprego de funcionários e o futuro dos alunos. 

Com olhar atento ao futuro, as principais bandeiras de sua caminhada incluem a defesa de saúde mental de qualidade para a juventude na rede pública e o apoio ao fim da escala de trabalho abusiva, assegurando mais dignidade para a classe trabalhadora.

 

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