Com
uma trajetória fortemente marcada pela área jurídica e educacional, a vereadora
e professora universitária Maria Paula vem se destacando como uma das
principais vozes na defesa das pessoas com deficiência no estado. Mestre em
Direito Constitucional pela PUC-SP e advogada das APAEs paulistas, ela
transformou sua experiência técnica em conquistas práticas para a
população.
Em
seu mandato na Câmara de Araraquara, foi autora da Lei nº 11.635, que
estabeleceu um protocolo de saúde pública voltado à pessoa autista, e da Lei nº
11.898, que garante prioridade e atendimento especializado na rede pública para
pessoas com diabetes.
Agora,
como pré-candidata a deputada estadual, Maria Paula projeta levar essa pauta
para a Assembleia Legislativa, defendendo o reconhecimento legal definitivo das
APAEs como instituições de educação e saúde, além de prioridade de atendimento
para mães atípicas.
Maria Paula pauta mandato no combate efetivo ao feminicídio
A
violência contra a mulher, classificada por ela como uma verdadeira pandemia
silenciosa, é o cerne de uma das atuações mais firmes de Maria Paula. Antes
mesmo de assumir o cargo de vereadora em Araraquara com 3.495 votos, ela já
atuava diretamente na linha de frente como advogada voluntária no amparo a
vítimas de violência doméstica.
No
legislativo municipal, transformou o compromisso em lei ao aprovar a Lei nº
11.961, voltada ao combate efetivo ao feminicídio. "Somos o grito das que
não estão mais aqui", afirma a parlamentar, que defende a ampliação de
redes de acolhimento, proteção jurídica e suporte psicológico contínuo para
mulheres em situação de vulnerabilidade em todo o estado de São Paulo.
Quem é Maria Paula? Conheça a jovem defensora dos trabalhadores e
da educação paulista
Aos
26 anos, Maria Paula carrega a vivência de quem conhece de perto a realidade do
trabalhador e a importância da educação. Filha de professores, começou a
trabalhar aos 16 anos como auxiliar administrativa em uma clínica médica.
Formada
em Direito, tornou-se professora e coordenadora universitária, destacando-se
logo cedo ao reorganizar a Faculdade Logatti para evitar o desfecho do
fechamento da instituição, protegendo o emprego de funcionários e o futuro dos
alunos.
Com
olhar atento ao futuro, as principais bandeiras de sua caminhada incluem a
defesa de saúde mental de qualidade para a juventude na rede pública e o apoio
ao fim da escala de trabalho abusiva, assegurando mais dignidade para a classe
trabalhadora.
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