O serviço de fornecimento de refeições para a Prefeitura de Pindamonhangaba tem sido alvo de frequentes queixas por parte dos usuários. Fotos enviadas à nossa redação por funcionários públicos sugerem que os alimentos entregues não correspondem às especificações exigidas no termo de referência do processo licitatório, cuja gestão é de responsabilidade da Secretaria de Assistência Social.
Segundo as informações apuradas, as refeições de tamanho
médio são destinadas a projetos como a Casa de Passagem e o Projeto Reeducando.
Processo licitatório travado e contrato emergencial
O pregão presencial nº 017/2026 (processo nº 3708/2026),
realizado no dia 11 de junho, segue em fase de recurso. Até o momento, a
secretária de Assistência Social, Andréia Barreto, não se pronunciou
formalmente sobre o andamento e o desfecho do certame.
Atualmente, o serviço está sendo prestado em caráter
emergencial pela empresa MAX, sediada em São José dos Campos. Usuários
beneficiados pelos programas municipais alegam que a qualidade da alimentação
decaiu após a entrada da empresa. Em contrapartida, na manhã da última
segunda-feira, a diretora Patrícia (Assistência Social) teria se manifestado
favoravelmente à continuidade dos serviços da empresa MAX.
Cobrança por
providências
Diante do cenário de prováveis novos recursos jurídicos que
devem prolongar o impasse da licitação, a comunidade e os servidores cobram uma
postura firme do prefeito Ricardo Piorino. A expectativa é que o chefe do
Executivo fiscalize pessoalmente as condições da alimentação distribuída.
Além das queixas sobre a merenda, o governo municipal
enfrenta desgaste em outras frentes, com cobranças por melhorias na Secretaria
de Saúde e relatos de supostos atrasos em pagamentos a fornecedores de serviços
essenciais.
Nota da Redação: Este espaço permanece aberto para as
manifestações oficiais da Prefeitura de Pindamonhangaba, da Secretaria de
Assistência Social, das diretoras citadas e da empresa MAX.

Nenhum comentário:
Postar um comentário