A empresa Pindatur, prestadora de serviços terceirizada
para a Secretaria de Saúde de Pindamonhangaba, está no centro de novas e graves
queixas. Relatos apontam que a qualidade do serviço é deficiente e que a
empresa enfrentaria, supostamente, diversos processos trabalhistas.
Principais
Irregularidades Apontadas
De acordo com denúncias recebidas (ainda carentes de
comprovação documental oficial), a empresa estaria operando sob condições
precárias:
Segurança: Suposta ausência de seguro de vida para
pacientes e funcionários.
Manutenção: Veículos que operariam, alegadamente, sem as
devidas revisões mecânicas.
Documentação: Suspeitas de irregularidades nos documentos
dos veículos e na formalização dos motoristas.
O Incidente em
Caraguatatuba
O episódio mais recente e alarmante teria ocorrido ontem.
Pacientes que saíram às 02h30 para tratamento no Hospital Regional de
Caraguatatuba enfrentaram uma situação degradante no retorno:
Apreensão do Veículo: Por volta das 15h00, a van foi parada
pela Polícia Rodoviária. Ao ser constatada a irregularidade documental, o
veículo foi apreendido.
Abandono na Estrada: Os pacientes, já debilitados pelo
tratamento, teriam permanecido na rodovia aguardando um novo transporte que
chegou depois de 1h45.
Privação: Relatos indicam que os passageiros enfrentaram
fome e sede até a chegada de outro veículo, retornando a Pinda apenas no início
da noite.
Questionamentos à
Gestão Pública
Apesar de a Secretaria de Saúde ter emitido uma nova
notificação após o ocorrido, a indignação da população e de parlamentares, como
o vereador Norbertinho, cresce. Os pontos de crítica focam em:
"É urgente uma licitação que garanta uma empresa com
veículos legalizados, seguro de vida e respeito aos pacientes, alinhando-se ao
discurso de humanização da gestão Ricardo Piorino."
Auxílio-Alimentação: Os valores (entre R$ 20,00 á R$90,00
dependendo da cidade como bauru e barreto a ser pago depois da viagem pode durar 30 a 40
dias para receber ) são apontados como insuficientes para longos
períodos de espera.
Histórico de Falhas: Há relatos de pacientes que teriam
sido "esquecidos" em outras cidades da região em ocasiões anteriores.
Fiscalização: Questiona-se por que a Prefeitura mantém o
contrato, uma vez que o pagamento é realizado por quilômetro rodado e as falhas
são reincidentes.
Nota: As informações acima baseiam-se em denúncias de
usuários e relatos de parlamentares, devendo ser tratadas como supostas
irregularidades até que as investigações dos órgãos competentes ou a
apresentação de documentos oficiais comprovem os fatos.
Walter Magui
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