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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Ana Paula Goffi aprova projeto histórico para geração de renda e autonomia de mães atípicas em Pindamonhangaba


 

“Essas mulheres não querem pena. Querem oportunidade, autonomia e dignidade.”

A vereadora Ana Paula Goffi aprovou nesta semana, na Câmara Municipal de Pindamonhangaba, um dos projetos mais humanos e transformadores de seu mandato: o Programa Municipal de Feiras Inclusivas de Artesanato e Economia Solidária “MÃES QUE CRIAM”. 

A iniciativa nasce com um olhar sensível para uma realidade muitas vezes invisível: a das mães atípicas que dedicam suas vidas ao cuidado integral de filhos com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças que exigem acompanhamento contínuo. 

Na prática, o projeto cria oportunidades reais para que essas mulheres possam gerar renda, empreender, participar de feiras inclusivas, receber capacitação e fortalecer sua autonomia financeira através do artesanato e da economia solidária. 

Segundo Ana Paula Goffi, a proposta vai muito além de uma política pública de inclusão. Trata-se de devolver dignidade, autoestima e independência para mulheres que frequentemente acabam abrindo mão da própria profissão, da carreira e dos sonhos pessoais para cuidar dos filhos.

“Muitas mães atípicas vivem uma sobrecarga silenciosa. Elas deixam o mercado de trabalho, interrompem sonhos, abrem mão da própria independência financeira porque precisam cuidar dos filhos praticamente sozinhas. E o que essas mulheres querem não é pena. Elas querem oportunidade. Querem ter condições de produzir, empreender, trabalhar e conquistar sua autonomia com dignidade”, destacou a vereadora.

O projeto prevê a realização periódica de feiras inclusivas, oficinas de capacitação, formação empreendedora, apoio à criação de cooperativas e incentivo a parcerias com entidades públicas e privadas. 

Para Ana Paula, inclusão também significa permitir que essas mães possam voltar a sonhar e enxergar possibilidades além da sobrevivência diária.

“Inclusão de verdade também passa pela autonomia financeira. Passa pela oportunidade dessa mulher voltar a acreditar nela mesma, se sentir valorizada e perceber que ela também pode crescer profissionalmente, gerar renda e conquistar independência. Quando fortalecemos uma mãe, fortalecemos toda a família.”

A justificativa do projeto destaca que muitas dessas mulheres possuem habilidades artesanais, criativas e empreendedoras, mas encontram enormes dificuldades para transformar essas competências em renda e oportunidade. 

Com a aprovação do “MÃES QUE CRIAM”, Pindamonhangaba dá um importante passo na construção de políticas públicas mais humanas, inclusivas e conectadas com a realidade das famílias atípicas do município.

 

O projeto foi amplamente elogiado durante a sessão e recebido com emoção por mães, famílias e apoiadores da causa da inclusão.

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