A cidade de Aparecida, conhecida como a Capital Mariana do Brasil e sede
do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, deveria ser um exemplo de
paz, harmonia e respeito com a população. No entanto, o que temos acompanhado
são denúncias e confusões envolvendo, supostamente, a administração do prefeito
Zé Louquinho.
O primeiro caso diz respeito ao SAAE (Serviço Autônomo de Água e
Esgoto). A Justiça determinou que a autarquia realizasse uma reforma administrativa,
estabelecendo o prazo de 120 dias para que o projeto fosse elaborado, avaliado
e aprovado pela Câmara Municipal. No entanto, a instituição teria enrolado o
processo, enviando o projeto apenas no final de setembro quando o prazo
judicial já havia expirado no início de outubro.
O projeto chegou “aos 44 do segundo tempo” e, após parecer contrário do
setor jurídico do Legislativo, retornou ao SAAE para adequações financeiras
conforme a determinação judicial. O documento voltou à Câmara no dia 4 de outubro,
sendo incluído na sessão do dia 6. O projeto segue tramitando na Casa e deve
ser votado na próxima sessão, marcada para o dia 20 de outubro.
Outro caso que chamou a atenção envolve uma conselheira tutelar,
flagrada utilizando o veículo oficial para frequentar a faculdade em
Pindamonhangaba. A denúncia foi feita pelo vereador André Monteiro, que
formalizou o caso junto ao Ministério Público. Até o momento, a Prefeitura e o
CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) ainda não
instauraram processo administrativo para apurar os fatos.
Há ainda o caso do secretário de Indústria e Comércio, envolvido em um
acidente de trânsito no fim do ano passado, no qual teria atropelado um
ciclista que veio a óbito. Segundo informações, o secretário escapou do
flagrante por estar supostamente embriagado. Recentemente, ele teria sido
novamente flagrado em uma rodovia federal, aparentando embriaguez, recusando-se
a fazer o teste do bafômetro e, conforme relatos, nem chegou a ser conduzido à
delegacia.
Mesmo diante das denúncias, o secretário continua exercendo normalmente
suas funções, sem qualquer sinal de exoneração por parte do Executivo
municipal.
Em contato com a comunicação de Prefeitura de Aparecida o caso do
secretário de indústria e comércio ocorreu no início do ano fora do horário de
expediente e por isso é caso pessoal . já outro fato ocorrido no momento não
tem nenhum registro tanto na polícia militar e na delegacia mais também trata-
se de um assunto pessoal fora do expediente .
Com relação á conselheira tutelar foi aberto pelo conselho um processo
administrativo procuramos a assessoria de comunicação do SAAE que com relação a
denúncia no Ministério Público o órgão não foi notificado .
Em relação do projeto da reforma administrativa que espira no m~es de
novembro já está tramitando na Câmara de Aparecida .

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