quinta-feira, 16 de julho de 2020
Pinda tem mais 12 casos positivos para coronavírus, 14 recuperados e um óbito
A Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde da Prefeitura
informa, no boletim desta quinta-feira (16), que a cidade conta com mais 12
pessoas testadas positivo para coronavírus, 14 recuperadas e um óbito. A
Prefeitura de Pindamonhangaba lamenta a morte e se solidariza com os
familiares.
Os pacientes testados positivo são dos seguintes bairros: Araretama,
Karina, Lessa, Mantiqueira, Maria Áurea, Mombaça, Parque São Domingos, Vila São
Benedito, Vila Verde e Vitória Vale.
Além dos positivos, existem 14 pacientes recuperados são dos bairros:
Alto do Tabaú, Cícero Prado, Jardim Rezende, Ouro Verde, Parque das Nações,
Pasin e Vila Rica.
Com os números de hoje, Pinda chega a 464 pacientes testados positivos
para coronavírus desde o início da pandemia na cidade. Hoje, temos 51% de
ocupação de leitos de enfermaria e 63% de ocupação de leitos de UTI, somando
redes pública e particular.
O índice de isolamento na cidade está em 47%, segundo o Sistema de
Monitoramento Inteligente do Estado de São Paulo, sendo que ideal é 55% como um
dos itens para que a cidade mude da faixa laranja para a faixa amarela e,
assim, possa reabrir mais comércios e serviços (como barbearias e salões de
cabeleireiros, por exemplo).
A Prefeitura reforça, mais uma vez, que a pandemia não terminou e a
população precisa colaborar fazendo sua parte: evitando aglomerações, usando
máscara, higienizando as mãos constantemente e, principalmente, ficando em
casa. O melhor remédio para o coronavírus é a prevenção, por meio do
distanciamento social.
Sindicato discute casos de Coronavírus com Vigilância Sanitária de Pinda
Crédito
da foto: Guilherme Moura
Reunião na sede do sindicato com a diretora da Vigilância Sanitária, Eliana Wolff; dirigentes Gilson Leandro, André Oliveira e Odirley Prado
O Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba realizou na segunda-feira, dia 13, uma reunião com a diretora do Departamento de Proteção aos Riscos e Agravos à Saúde da Prefeitura de Pinda, Eliana Wolff, sobre os casos de Coronavírus/Covid-19. O departamento também engloba a Vigilância Sanitária, que fiscaliza as empresas do município.
Segundo
o presidente André Oliveira, o sindicato pediu a reunião para discutir as
medidas que cada empresa tem aplicado nos casos de funcionários que contraíram
a doença.
“A
gente tem cobrado a desinfecção da área em que teve funcionário com Covid, o
afastamento ou testagem de trabalhadores que tiveram contato com esse
funcionário, mas as empresas alegam que isso não é obrigatório por lei, assim
como a medição da temperatura na portaria”, disse André.
Outra
reclamação é que as empresas não estão comunicando os funcionários de que
existe caso confirmado no setor, conforme a recomendação do protocolo do
Governo do Estado de SP. A entidade sabe que ao menos 35 metalúrgicos tiveram a
doença, mas isso partiu de denúncias de trabalhadores.
Segundo
Eliana Wolff, apesar das medidas não serem obrigatórias por lei, elas são
diretrizes recomendadas pelos órgãos de saúde.
“Os
casos positivados precisam de uma atenção maior e nós temos orientado
individualmente as empresas. Também é fundamental que a pessoa que teve a
confirmação cumpra o isolamento. E esse entrosamento do sindicato, a vigilância
sanitária juntamente com as empresas pode sim contribuir no enfrentamento à
pandemia. Vale lembrar que teve a flexibilização, mas a quarentena não acabou”,
disse Eliana.
O
sindicato recebeu informação de casos na Novelis, Incomisa, GV do Brasil,
Confab Tubos, Gerdau e CAEA, e reforça o pedido para que os trabalhadores
comuniquem o sindicato, o que pode ser feito inclusive de forma anônima pelo
site sindmetalpinda.com.br/denuncia. Também há o canal da Vigilância Sanitária,
no telefone 153.
Governo prorroga programa de redução de salários e jornada
O
presidente Jair Bolsonaro prorrogou os prazos de redução de jornada e de
salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho no âmbito do Programa
Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, criado pelo governo para diminuir
os efeitos econômicos e sociais causados pela pandemia de covid-19. O Decreto
nº 10.422/2020 foi publicado nesta terça-feira (14), no Diário Oficial da
União.
O
prazo máximo para os acordo de redução proporcional da jornada de trabalho e de
salário, que era de 90 dias, agora será de 120 dias. Já o prazo para a
suspensão temporária do contrato de trabalho, que era de 60 dias, também passa
a ser de 120 dias.
A
possibilidade de prorrogação já estava prevista na lei que institui o programa.
As medidas têm objetivo de diminuir as despesas das empresas em um período em
que estão com atividades suspensas ou reduzidas.
O
decreto diz ainda que a suspensão do contrato de trabalho poderá ser de forma
fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que sejam iguais ou
superiores a dez dias.
Trabalho
intermitente
O
programa também estabelece o pagamento de um benefício emergencial de R$ 600,
por três meses, para os empregados com contrato de trabalho intermitente formalizado
até 1º de abril, data da publicação da Medida Provisória 936, que originou o
programa.
De
acordo com o decreto publicado nesta terça-feira, o governo pagará este
benefício por mais um mês, totalizando quatro parcelas.
O
benefício emergencial não pode ser acumulado com o auxílio emergencial, pago
pelo governo a trabalhadores informais, microempreendedores individuais,
autônomos e desempregados. Nesse caso, os trabalhadores com contrato
intermitente terão direito àquele que for mais vantajoso.
Morumbi e Vila São Benedito recebem novo visual*

As ações de zeladoria também acontecem nos bairros Jardim Morumbi e Vila São Benedito. A passarela de acesso de pedestres ao bairro Moumbi recebeu manutenção e pintura. A Praça Cícero Prado, na Vila São Benedito, também recebeu melhorias como recuperação de canteiros e limpeza e pintura do coreto central.
Saúde é tema do programa Direto ao Ponto
No
último sábado (11), o apresentador Norbertinho Moraes recebeu em seu Programa
Direto ao Ponto, o conselheiro do COMUS José Donizete para debaterem assuntos
ligados a saúde de Pindamonhangaba.
O
apresentador e o convidado falaram sobre a atual situação da saúde de
Pindamonhangaba, os gastos, a fiscalização e o que o município tem feito neste
setor.
Norbertinho
falou da importância de todos se interessarem por assuntos ligados a saúde do
município para saber como está sendo gasto a verba neste setor.
Direto
ao Ponto é um programa de entrevista e prestação de serviço a comunidade, que
vai ao ar todo sábado na rádio 107.1 FM, a partir das 10 horas. A população
pode participar do programa através do telefone e WhatsApp (12) 3642-3512,
mandando suas sugestões e reclamações do seu bairro ou da cidade.
Pedro Branco e Zé Moreno
Bom dia meu povo!
Aqui
semo nóis, Pedro Branco e Zé Moreno, a dupla de caipiras mais doces do Brasil!
Estamos
toda segunda e sexta em rede nacional na TV Aparecida as 19h30 prontos para
divertir você e sua família no programa FESTA CAIPIRA com Tonho Prado!
315 ANOS DE PINDAMONHANGABA...
Oceis
conhece a história da Cidade? Não? Então vamo lá!
Primeira teoria
A região da atual Pindamonhangaba foi ocupada por portugueses pelo
menos desde 22 de julho de 1643, registro mais remoto da ocupação por um certo
capitão João do Prado Martins. Seis anos depois, em 17 de maio de 1649, a área
foi formalizada como uma sesmaria e doada ao capitão. Parece não haver
informação sobre o que ocorreu entre esta data e 12 de agosto de 1672, portanto
23 anos depois, data do primeiro registro da construção de uma capela em
homenagem a São José pelos irmãos Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme,
filhos do bandeirante Brás Esteves Leme, que fundaram a povoação de São José de
Pindamonhangaba, tendo o padre João de Faria Fialho como primeiro vigário. Os
irmãos Leme teriam adquirido da Condessa de Vimieiro essas glebas de terra ao
norte da Vila de Taubaté, à margem direita do Rio Paraíba do Sul. Não há
notícia de como a sesmaria teria passado das mãos do Capitão Martins para a
Condessa de Vimieiro. A capela foi edificada no alto de uma colina, exatamente
onde hoje se localiza a Praça Padre João de Faria Fialho, conhecida como praça
do Quartel.
Baseado nesta teoria, em 7 de dezembro de 1953, o então prefeito Caio
Gomes Figueiredo (1952-1955 e 1969-1972) [13] oficializou, pela Lei 197, a data
de 12 de agosto de 1672 como a data da fundação de Pindamonhangaba, tendo como
fundadores, Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme.[14] Esta lei, porém, foi
revogada em 1973, como se verá a seguir.
Segunda teoria
No início do Século XVII, sesmarias foram sendo concedidas na zona
de Taubaté – Pindamonhangaba – Guaratinguetá, destacando-se uma que foi
concedida em 17 de maio de 1649 ao capitão João do Prado Martins na paragem
chamada Pindamonhangaba. De acordo com a respectiva carta de doação, esse
povoador, vindo de São Paulo com a família e agregados, já estava de posse de
suas terras, naquela paragem, desde o dia 22 de julho de 1643. Por esta teoria,
seria então a data de fundação de Pindamonhangaba, pois o sítio então aberto
por João do Prado se situava no mesmo rocio da futura vila e cidade de nossos
dias. A partir daí, da paragem à margem direita do Rio Paraíba do Sul, teria se
formado um bairro dependente de Taubaté, para onde foram afluindo novos
povoadores e moradores. Começou a funcionar, no povoado, uma igreja, de porte
pequeno, cujo orago era Nossa Senhora do Bom Sucesso. A sua ereção foi devida
ao padre João de Faria Fialho, considerado, segundo esta teoria, o fundador de
Pindamonhangaba.[15] Aquela antiga igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso,
edificada na atual praça Padre João de Faria Fialho ou praça do Quartel, cedeu
seu orago para o novo templo, construído em 1707 pelo mesmo sacerdote, onde é a
atual capela mor da Matriz (Santuário Mariano Diocesano). A igreja antiga no
largo do Quartel tomou o orago de São José a partir de 1727. Foi demolida em
1840, tendo sido transferida para uma nova, edificada no largo São José, atual
praça Barão do Rio Branco, cuja construção foi concluída em 1848. No local
estão sepultados os corpos de soldados do Império, que integravam a guarda de
honra de Dom Pedro. A igreja, tombada pelo patrimônio histórico, foi
interditada em 2010 por apresentar rachaduras nas paredes, que são de taipa de
pilão.[16]
Data oficial da fundação
Diante das
incertezas históricas sobre a data de fundação (12 de agosto de 1672 pela
primeira teoria ou 22 de julho de 1643, pela segunda teoria), o prefeito João
Bosco Nogueira (1973-1976 e 1983-1988) [13] promulgou a Lei Municipal n° 1336,
de 9 de março de 1973, oficializando a data magna do município como sendo a
data da emancipação política, 10 de julho de 1705, revogando a lei anterior.
Esta data permanece a oficial até que seja encontrada de forma documental, a
verdadeira data da fundação.



